A poesia concreta sempre me atraiu, desde os tempos do Barrulho Cultural, fui aprendendo a gostar da forma de expressão visual e da sonoridade da poesia dos irmãos Campos. Fui apresentado ao gênero por David Macedo, Paulo Kamikze e Eduardo Ribeiro, que faziam poemas concretos. No meu livro dedico uma parte dele a esse gênero com o qual me identifico.
A poesia concreta (ou poema concreto) tem início com o movimento de vanguarda concretista no século XX. Lembre-se que o concretismo foi um movimento artístico e cultural que surgiu na Europa.
No Brasil ele despontou em meados da década de 50, mais precisamente em São Paulo na “Exposição Nacional de Arte Concreta”, ocorrida no Museu de Arte Moderna de São Paulo, em 1956.
No país, o concretismo foi fundado por Décio Pignatari, Haroldo de Campos e Augusto de Campos (ou "irmãos Campos"), grupo chamado de “Noigandres”. Mais tarde eles produziram a revista literária que levava o nome do grupo.
O movimento propunha uma nova linguagem literária, no entanto, ele não se restringiu somente ao campo literário, apresentando também diversas manifestações na música e nas artes plásticas.
A poesia concreta, também chamada de poema-objeto esteve voltada para a exploração dos aspectos gráficos, donde o escritor pretendia preencher o espaço em branco oferecido pelo papel, mediante uma íntima relação entre a palavra, a sonoridade e a imagem.
Por esse motivo, a poesia concreta é visual, vanguardista e não-formal sendo, portanto, destituída da estrutura poética de metrificação e versificação.
Esse tipo de estrutura poética foi explorada no movimento moderno e até os dias de hoje é utilizada por diversos escritores e músicos contemporâneos, por exemplo, Arnaldo Antunes.
A partir do dia 25 de maio, Duque de Caxias virá a capital nacional do cinema de guerrilha, com a realização da 3ª edição do Festival Mate Com Angu de Cinema Popular. Serão várias atividades acontecendo em vários locais. Para não perder nada, é bom se ligar no link do evento: https://www.facebook.com/pg/FestivalMateComAngu/about/?ref=page_internal
Hoje na comemoração do dia de São Jorge, apresento quatro trabalhos meus realizados para exposições organizadas pelo artista plástico Raimundo Rodriguez, tendo o Santo Guerreiro como inspiração.
Hoje no Porto da Artes, o artista inaugura mais uma exposição coletiva dedicada a São Jorge.
"O Dragão do Mao"- Assemblage
"Alimentando o Dragão"- Escultura
" O dia que São Jorge encontrou o Dragão Chinês na Feira de Caxias"- Assemblage
Já está disponível para a venda na Espanha e Portugal o meu livro de poesias "Manual Prático para uso de Objetos Sensíveis", o livro foi lançado pela editora Autografia e pode ser adquirido no seu site.
Também estamos preparando a tradução do livro para o espanhol. Os países Ibéricos são uma importante porta de entrada para a cultura brasileira na Europa.
Sobre el Autor
André Oliveira
Descripción
Este libro regalanos poemas de varias fases de la vida del autor, desde que empezó a esribir con 16 años de edad, compone el mosaico de fluências artísticas y culturales con los que tuvo contacto. El autor trae consigo un poco del noreste de su madre, de la mineirice de su padre, de la infancia en Mangueirinha de Caxias, de la paleta de la maestra, de la mano blanca, de la rubia del baño y del hombre de capa negra. Trae la lucha por la revolución, la búsqueda de la libertad, la paz y el amor. Trae la esencia de Utópicus y volar del Arrulho.Trae el encuentro de las tribus, la voz de Quarup tomando mate con Angu en la fuente. Se fusionan tradición y contemporaneidad, la Feria de Caxias y el caos urbano de la metrópoli, las Folias de Reyes y la samba, la mezcla de Duchamp con Azulão en la estación de Caxias para todo el mundo.