quinta-feira, 3 de maio de 2012

Tangram é o tema da próxima oficina para professores no Museu Ciência e Vida

Mais que um jogo milenar de origem chinesa, o Tangram é uma importante ferramenta para estudos matemáticos. A configuração geométrica de suas peças permite centenas de composições, tornando-o um criativo material  pedagógico.  Com o Tangram é possível trabalhar diversos conceitos como: polígonos, frações, área, perímetro, teorema de Pitágoras, semelhança de triângulos, entre outros.

 Na oficina Tangram, o professor terá a oportunidade de confeccionar o jogo e, a partir dele,  desenvolver métodos de aprendizado que estimulem nos alunos o raciocínio lógico e geométrico.  O intuito dessa oficina é agregar aspectos lúdicos a linguagem exata dos cálculos, sobretudo da geometria, transformando o processo de aprendizagem em sala de aula muito mais divertido e desafiador.  A oficina, que acontece no dia 05 de maio, atende a todos os professores.  As inscrições podem ser feitas pelo telefone: 2671-7797.

Oficina - Tangram
05 de maio
10h às 12h
Local: Museu Ciência e Vida
Endereço: Rua Aílton da Costa s/n. 25 de Agosto – Duque de Caxias - RJ
Inscrições pelo telefone: 2671-7797
Capacidade: 25 lugares
Classificação: Professores
Entrada Franca
Vagas limitadas!


Vestibular Cederj: estão com as inscrições abertas



Se você quer cursar uma universidade, mas mora no interior, longe dos centros universitários, ou não tem tempo de conciliar o trabalho com o estudo, fique atento. Estão abertas, até 20 de maio, as inscrições para 6.081 vagas do vestibular do Consórcio Cederj, que reúne as principais instituições públicas de ensino superior do Rio de Janeiro:  Cefet , Uenf,  Uerj, UFF, UFRJ, UFRRJ-Rural e UniRio .
Ao todo, são oferecidos 12 cursos de graduação a distância e o diploma de graduação é o das instituições de ensino. Este é o maior número de vagas oferecido desde que o consórcio foi criado. As inscrições serão feitas somente pela internet,  na página  www.vestibular.cederj.edu.br.
O valor da taxa de inscrição é de R$ 45. As oportunidades são para os cursos de Administração (665 vagas); Administração Pública (438); licenciaturas em Ciências Biológicas (880); em Física (405); em História (250); em Letras (300);  em Matemática (783); em Pedagogia (763); em Química (248); em Turismo (286); Tecnologia em Sistemas de Computação (813) e Tecnologia em Gestão de Turismo (250). Os cursos são oferecidos em 32 localidades, abrangendo todas as regiões do estado do Rio.



Neste sábado tem Ramirez na Lira de Ouro


Microsoft investe US$300 mi em leitor de de livros digitais da Barnes & Noble



01/05/2012 |
Redação
Correio do Brasil
A Microsoft investirá US$300 milhões leitor de de livros digitais da Barnes & Noble, o Nook, ganhando espaço no crescente mercado de e-books à medida que a rede de livrarias norte-americana ganha mais poder de fogo para competir com o Kindle, da Amazon, e o iPad, da Apple.
O movimento acontece em um momento no qual a Microsoft busca gerar expectativa em torno de seu sistema operacional Windows 8, também funcional em tablets, esperado para chegar ao mercado por volta de outubro.
O negócio anunciado na segunda-feira inclui também a compra de uma fatia, pela Microsoft, da unidade de livros para ensino superior. Também significa que ambas resolveram seus problemas sobre patentes.
O acordo avalia os negócios da Barnes & Noble em US$1,7 bilhão, e resultará em uma nova subsidiária, informaram as companhias. As ação da varejista de livros chegou a subir quase 70% nesta segunda-feira.
A Microsoft terá uma fatia de 17,6% na nova empresa, temporariamente chama Newco -que será administrada pela Barnes & Noble, a maior rede de livrarias dos Estados Unidos.
O investimento feito pela Microsoft dá um novo impulso à Barnes & Noble, que esteve engajada em uma cara batalha com o líder de mercado da Amazon.com, o Kindle, e também com o iPad, da Apple.
- Isso (o negócio) dá a eles um parceiro muito maior com bolsos mais fundos, dá a eles maior alcance – disse o analista Peter Wahlstrom, da Morningstar. “Nos últimos dois anos, eles estavam sendo pressionados contra a parede”.
As empresas também estabeleceram o litígio de suas patentes. No ano passado, a Microsoft entrou com ações por infração de patentes contra a Barnes & Noble a respeito do Nook como parte de seu ataque aos dispositivos que utilizam o sistema Android do Google.
A Barnes & Noble investiu milhões de dólares no desenvolvimento do Nook. A primeira versão chegou ao mercado em 2009, dois anos depois do Kindle.
A empresa disse em janeiro que poderia separar o negócio de livros digitais, que 

Casa do Caminho oferece cursos


Beto Gaspari se apresenta em Queimados


Especialistas temem guerra cibernética no futuro



30/04/2012 |
Michael Gallagher
BBC Brasil
Um exercício militar internacional, realizado em março em uma base militar na Estônia, tentou prever as consequências de um novo tipo de conflito, uma guerra cibernética. A operação Locked Shields não envolveu explosões, tanques ou armas. Na operação, uma equipe de especialistas em TI atacou outras nove equipes, espalhadas em toda a Europa.
Nos terminais da equipe de ataque, localizados no Centro de Excelência da Otan em Defesa Cibernética Cooperativa, foram criados vírus ao estilo "cavalo de Tróia" e outros tipos de ataques pela internet que tentavam sequestrar e extrair dados das equipes inimigas.
O objetivo era aprender como evitar estes ataques em redes comerciais e militares e mostrou que a ameaça cibernética está sendo levada a sério pela aliança militar ocidental.
O fato de a Otan ter estabelecido seu centro de defesa na Estônia também não é por acaso. Em 2007 sites do sistema bancário, da imprensa e do governo do país foram atacados com os chamados DDoS (sigla em inglês para "distribuição de negação de serviço") durante um período de três semanas, o que agora é conhecido como 1ª Guerra da Web.
Os responsáveis seriam hackers ativistas, partidários da Rússia, insatisfeitos com a retirada de uma estátua da época da União Soviética do centro da capital do país, Tallinn.
Os ataques DDoS são diretos: redes de milhares de computadores infectados, conhecidas como botnets, acessam simultaneamente o site alvo, que é sobrecarregado pelo tráfego e fica temporariamente fora de serviço.
Os ataques DDoS são, no entanto, uma arma primitiva quando comparados com as últimas armas digitais. Atualmente, o temor é de que a 2ª Guerra da Web, se e quanto acontecer, possa gerar danos físicos, prejudicando a infraestrutura e até causando mortes.
Trens descarrilados e blecautes
Para Richard A. Clarke, assistente de combate ao terrorismo e segurança cibernética para os presidentes americanos Bill Clinton e George W. Bush, ataques mais sofisticados podem fazer coisas como descarrilar trens em todo o país, por exemplo.
"Eles podem causar blecautes, e não apenas cortando o fornecimento de energia, mas danificando de forma permanente geradores que levariam meses para serem substituídos. Eles podem fazer coisas como causar explosões em oleodutos ou gasodutos. Eles podem fazer com que aeronaves não decolem", disse.
No centro do problema estão interfaces entre os mundos físico e digital conhecidas como sistemas Scada, ou Controle de Supervisão e Aquisição de Dados, na sigla em inglês.
Estes controladores computadorizados assumiram uma série de tarefas que antes eram feitas manualmente. Eles fazem de tudo, desde abrir as válvulas de oleodutos a monitorar semáforos.
Em breve estes sistemas serão comuns em casas, controlando coisas como o aquecimento central.
O detalhe importante é que estes sistemas usam o ciberespaço para se comunicar com os controladores, receber a próxima tarefa e reportar problemas. Caso hackers consigam entrar nestas redes, em teoria, conseguiriam também o controle da rede elétrica de um país, do fornecimento de água, sistemas de distribuição para indústria ou supermercados e outros sistemas ligados à infraestrutura.
Dispositivos vulneráveis
Em 2007 o Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos demonstrou a potencial vulnerabilidade dos sistemas Scada. Com um software, o departamento entrou com comandos errados e atacou um grande gerador a diesel.
Vídeos da experiência mostram o gerador chacoalhando violentamente e depois a fumaça preta toma toda a tela.
O temor é de que, um dia, um governo hostil, terroristas ou até hackers que apenas querem se divertir possam fazer o mesmo no mundo real.
"Nos últimos meses temos vistos várias coisas", disse Jenny Mena, do Departamento de Segurança Nacional. "Atualmente existem mecanismos de buscas que podem encontrar aqueles dispositivos que estão vulneráveis a um ataque pela internet. Além disso, vimos um aumento no interesse nesta área na comunidade de hackers e de hackers ativistas."
Uma razão de os sistemas Scada terem uma possibilidade maior de ataques de hackers é que, geralmente, engenheiros criam o software, ao invés de programadores especializados.
Jornalista observa site do Ministério da Justiça da Grécia, derrubado por hackers (AFP)
De acordo com o consultor de segurança alemão Ralph Langner, engenheiros são especialistas em suas áreas, mas não em defesa cibernética.
"Em algum momento eles aprenderam a desenvolver software, mas não se pode compará-los a desenvolvedores de software profissionais que, provavelmente, passaram uma década aprendendo", disse.
E, além disso, softwares de infraestrutura podem estar muito expostos. Uma usina de energia, por exemplo, pode ter menos antivírus do que um laptop comum.
Quando as vulnerabilidades são detectadas, pode ser impossível fazer reparos imediatos no software. "Para isso, você precisa desligar e ligar novamente (o computador ou sistema). E uma usina de energia precisa funcionar constantemente, com apenas uma parada anual para manutenção", disse Langner. Portanto, até o desligamento anual da usina, não se pode instalar novo software.
Stuxnet
Em 2010, Ralph Langner e outros dois funcionários de sua companhia começaram a investigar um vírus de computador chamado Stuxnet e o que ele descobriu foi de tirar o fôlego.
Era inteligente o bastante para encontrar o caminho de computador em computador, procurando sua presa. E também conseguia explorar quatro erros de software, antes desconhecidos, no Windows, da Microsoft.
Estes erros são extremamente raros o que sugere que os criadores do Stuxnet eram muito especializados e tinham muitos recursos.
Langner precisou de seis meses para analisar apenas um quarto do vírus. Mesmo assim, os resultados que conseguiu foram espantosos.
O alvo do Stuxnet era o sistema que controlava as centrífugas de urânio na usina nuclear de Natanz, no Irã.
Atualmente se especula que o ataque foi trabalho de agentes americanos ou israelenses, ou ambos. Qualquer que seja a verdade, Langner estima que o ataque o Stuxnet atrasou em dois anos o programa nuclear iraniano e custou aos responsáveis pelo ataque cerca de US$ 10 milhões, um custo relativamente pequeno.
Otimistas e pessimistas
O professor Peter Sommer, especialista internacional em crimes cibernéticos afirma que a quantidade de pesquisa e a programação sofisticada significam que armas do calibre do Stuxnet estariam fora do alcance da maioria, apenas disponíveis para governos de países avançados. E governos, segundo o especialista, costumam se comportar de forma racional, descartando ataques indiscriminados contra alvos civis.
"Você não quer causar, necessariamente, interrupção total. Pois os resultados podem ser imprevistos e incontroláveis. Ou seja, apesar de alguém poder planejar ataques que possam derrubar o sistema financeiro mundial ou a internet, por quê alguém faria isto? Você pode acabar com algo que não é tão diferente de um inverno nuclear."
No entanto, o consultor Ralph Langner afirma que, depois de infectar computadores no mundo todo, o código do Stuxnet está disponível para qualquer que consiga adaptá-lo, incluindo terroristas.
"Os vetores de ataque usados pelo Stuxnet podem ser copiados e usados novamente contra alvos completamente diferentes. Até há um ano, ninguém sabia de uma ameaça tão agressiva e sofisticada. Com o Stuxnet, isso mudou. (...). A tecnologia está lá, na internet."
Langner já fala em uma certeza: se as armas cibernéticas se espalharem, os alvos serão, na maioria, ocidentais, ao invés de alvos em países como o Irã, que tem pouca dependência da internet.
E isto significa que as velhas regras de defesa militar, que favoreciam países poderosos e tecnologicamente avançados como os Estados Unidos, já não se aplicam mais.


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