Neste final de semana, dentro da programação do Festival Nacional de Teatro de Duque de Caxias, teremos a apresentação de cinco espetáculos gratuitos. O melhor tudo de graça. Aproveite e vá ao teatro.
As peças serão encenadas no Teatro Municipal Raul Cortez, o maior palco da Baixada Fluminense.
Neste blog você vai encontrar meus trabalhos artísticos e alguns pitacos sobre cultura.
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Asè Pantanal uma casa de fé e história
Estive visitando o Asé Pantanal, uma das casas mais tradicionais do candomblé de Duque de Caxias. Fomos recebidos pela Mãe Maria e demais membros da casa. No local eles criaram o Memorial Cristóvão dos Anjos, que conta a história da casa desde seu início na Bahia. Localizado no bairro do Pantanal a casa se prepara para, em breve estar recebendo visitantes, hoje eles recebem estudantes e pesquisadores interessados em conhecer um pouco mais de sua história.
Abaixo reproduzo texto extraído do Facebook da instituição.
EFON
UMA CASA, UMA NAÇÃO
Falar de uma nação de Candomblé no Brasil e sua origem, assim como a origem de qualquer casa antiga é sempre muito difícil, pois nos primórdios dessas casas não haviam registros escritos, tudo era transmitido oralmente e com isso fica muito difícil fazer um estudo exato de como tudo começou.
De uma forma simples e resumida tentaremos contar a história da casa que é o berço dos Efon no Brasil, o "Asé Yangba Oloroke ti Efon" ou simplesmente como é chamado o Terreiro do Oloroke situado à Rua Antonio Costa (antiga travessa de Oloke) nº 12, no bairro do Engenho Velho de Brotas - Salvador - Bahia, para que quando alguém ouvir falar de nosso Asé, saibam quem somos e de onde viemos.
Em primeiro lugar vamos à origem na África, mais exatamente em Ekiti-Efon (não confundir com Ile Ifon, a terra de Osalufon) de onde vem um termo muito usado entre os Efon no Brasil "Lu Lokiti Efon" e onde reina absoluta aquela que é a rainha da nação no Brasil, Efon, ou seja, Osun, pois é bom esclarecer que Osun, nossa matriarca, é nascida em Ekiti-Efon, onde ela era considerada a mãe de Yemonja e do Awujale de Ijebu-Ere, no estado de Ekiti (Onadele Epega). Para concluir podemos traduzir o nome da divindade Efon dos tempos Lailai como sendo Osun, nome de seu rio e onde guardava seus tesouros, companheira inseparável de Oloroke que é seu pai, ficando assim esclarecido o porque da casa chamar-se terreiro do Oloroke e Osun ser a dona do Asé, sendo ele louvado juntamente com Osun nos nossos principais ritos.
Pois bem, foi desta localidade, que veio para o Brasil na condição de escravos por volta de 1850 um Tio Africano conhecido como Baba Irufa, filho de Osun e iniciado para Ifa, portanto um Babalawo que no Brasil passou a chamar-se José Firmino dos Santos ou tio Firmo, juntamente com uma princesa do Ekiti-Efon de nome Adebolui iniciada em sua terra natal para o orixá Olooke, que no Brasil passou a chamar-se Maria Bernarda da Paixão, a Maria Violão, alcunha que ganhou por ter um corpo muito bonito, e é dito ainda por uma fonte do Axé Pantanal do falecido Cristóvão Lopes dos Anjos, que veio ainda junto com eles uma filha de Tio Firmo que atendia pelo nome de Asika, a existência desta Asika não é confirmada em Salvador por algumas pessoas antigas ligadas ao Asé. Existe uma outra possibilidade de que Baba Irufa e Asika sejam a mesma pessoa, sendo Baba Irufa seu titulo de Ifa e Baba Asika seu nome ou ainda um outro titulo.
Mesmo antes de serem libertos já promoviam encontros e participavam de encontros, pois faziam parte da Irmandade da Igreja da Barroquinha (pesquisa de campo em Salvador) onde se reuniam os fundadores da Casa Branca do Engenho Velho e segundo pessoas antigas, Maria Bernarda da Paixão era prima carnal da primeira Yalorisa da Casa Branca.
Por volta de 1860 Tio Firmo e Maria Bernarda fundam o Asé Oloroke no endereço acima citado no engenho velho de Brotas, onde encontra-se até hoje, plantando ali o Asé de Osun e com isto além de fundar uma casa fundam também a Nação Efon.
Mais tarde tio Firmo passa a viver maritalmente com Maria Bernarda da Paixão que era sua governanta e passam a dividir as funções do Asé. Acredita-se que nesta época ambos já eram libertos.
Os Igbas ou assentamentos dos orixás foram trazidos da África e estão até a presente data preservados no Ile. La encontra-se a Osun de Tio Firmo e Oloke de Maria Bernarda entre outros.
Apesar da libertação dos escravos, a perseguição a cultos Afros foi intensa e conta-se que Tio Firmo foi preso por várias vezes.
A árvore do Iroko, um dos símbolos da casa, foi plantada após a libertação dos escravos, mas bem no final do século XIX, e a muda do Iroko veio da Casa de Osumare. Outra história interessante do Iroko do terreiro do Oloroke, é que onde ele foi plantado era caminho das pessoas, pois ainda não haviam muros nem cercas e foi debaixo do Iroko da casa, que a finada Mãe Runho da nação Jeje deu a luz a Nicinha Lokosi e esta informação pode ser confirmada por Nenê de Osagiyan neto carnal de Runho e por outros antigos ligados ao Bogun.
Por volta de 1905 morre tio Firmo que ainda em vida já tinha passado a casa para Maria Violão, sendo esta a segunda pessoa a sentar-se como mãe da casa.
Maria Violão iniciou várias pessoas entre os quais podemos citar Mãe Milu que foi a Ya kekere do Asé, Matilde de Jagun (Baba Oluwa) sua sucessora e terceira mãe da casa, Cristóvão Lopes dos Anjos de Ogun Já, Ogan e mais tarde Asogun sendo também o Olowo do Ile e a quarta pessoa a governar o Asé, Celina de Yemonja (esposa de Cristóvão), Paulo de Sango, filho carnal de Mãe Milu, Crispina de Ogun, a quinta pessoa a governar o Asé, e muitos outros.
No dia 4 de outubro de 1936 morre Maria Bernarda da Paixão aos 94 anos de idade.
Após muitas divergências assume a casa Matilde de Jagun, Baba Oluwa, que fez muitos iyawo entre os quais Noélia de Osun e Emiliana também de Osun. Mãe Matilde vem a falecer no dia 30 de outubro de 1970 aos 67 anos de idade.
Após o falecimento de Matilde quem assume a casa é Cristóvão de Ogun que faleceu no dia 23 de setembro de 1985 aos 83 anos de idade. Após a morte de Cristóvão, graças ao esforço de Maria de Sango (sua herdeira no Asé Pantanal), sentou-se na cadeira de Yalorisa do Terreiro do Oloroke, Mãe Crispina de Ogun e Mãe Maria de Sango foi quem dirigiu os ritos de posse da nova Yalorisa. Após a morte de Mãe Crispina, a cadeira está a espera de uma nova Yalorisa até a data de hoje.
Bem, não podemos nos esquecer de duas casas tradicionais de Efon a quem nós, os Omo Efon, devemos muito. Uma das casas já completou 50 anos de fundação, é o 'Asé Pantanal' como é conhecido e dirigido pela Yalorisa Maria de Sango. A Outra casa que também é um reduto de Efon é o "Ile Ifa Monjé Gibanawe" do conhecido Babalorisa Alvinho de Omolu.
Aqui esta um pouco de nossa história, e aproveitamos o ensejo para desejar a todos os filhos, netos, bisnetos e todas as gerações do Asé assim como aos amigos e simpatizantes, sejam felizes, convivam com paz e harmonia e muita fraternidade na graça de Osun e Oloroke. Asé a todos.
UMA CASA, UMA NAÇÃO
Falar de uma nação de Candomblé no Brasil e sua origem, assim como a origem de qualquer casa antiga é sempre muito difícil, pois nos primórdios dessas casas não haviam registros escritos, tudo era transmitido oralmente e com isso fica muito difícil fazer um estudo exato de como tudo começou.
De uma forma simples e resumida tentaremos contar a história da casa que é o berço dos Efon no Brasil, o "Asé Yangba Oloroke ti Efon" ou simplesmente como é chamado o Terreiro do Oloroke situado à Rua Antonio Costa (antiga travessa de Oloke) nº 12, no bairro do Engenho Velho de Brotas - Salvador - Bahia, para que quando alguém ouvir falar de nosso Asé, saibam quem somos e de onde viemos.
Em primeiro lugar vamos à origem na África, mais exatamente em Ekiti-Efon (não confundir com Ile Ifon, a terra de Osalufon) de onde vem um termo muito usado entre os Efon no Brasil "Lu Lokiti Efon" e onde reina absoluta aquela que é a rainha da nação no Brasil, Efon, ou seja, Osun, pois é bom esclarecer que Osun, nossa matriarca, é nascida em Ekiti-Efon, onde ela era considerada a mãe de Yemonja e do Awujale de Ijebu-Ere, no estado de Ekiti (Onadele Epega). Para concluir podemos traduzir o nome da divindade Efon dos tempos Lailai como sendo Osun, nome de seu rio e onde guardava seus tesouros, companheira inseparável de Oloroke que é seu pai, ficando assim esclarecido o porque da casa chamar-se terreiro do Oloroke e Osun ser a dona do Asé, sendo ele louvado juntamente com Osun nos nossos principais ritos.
Pois bem, foi desta localidade, que veio para o Brasil na condição de escravos por volta de 1850 um Tio Africano conhecido como Baba Irufa, filho de Osun e iniciado para Ifa, portanto um Babalawo que no Brasil passou a chamar-se José Firmino dos Santos ou tio Firmo, juntamente com uma princesa do Ekiti-Efon de nome Adebolui iniciada em sua terra natal para o orixá Olooke, que no Brasil passou a chamar-se Maria Bernarda da Paixão, a Maria Violão, alcunha que ganhou por ter um corpo muito bonito, e é dito ainda por uma fonte do Axé Pantanal do falecido Cristóvão Lopes dos Anjos, que veio ainda junto com eles uma filha de Tio Firmo que atendia pelo nome de Asika, a existência desta Asika não é confirmada em Salvador por algumas pessoas antigas ligadas ao Asé. Existe uma outra possibilidade de que Baba Irufa e Asika sejam a mesma pessoa, sendo Baba Irufa seu titulo de Ifa e Baba Asika seu nome ou ainda um outro titulo.
Mesmo antes de serem libertos já promoviam encontros e participavam de encontros, pois faziam parte da Irmandade da Igreja da Barroquinha (pesquisa de campo em Salvador) onde se reuniam os fundadores da Casa Branca do Engenho Velho e segundo pessoas antigas, Maria Bernarda da Paixão era prima carnal da primeira Yalorisa da Casa Branca.
Por volta de 1860 Tio Firmo e Maria Bernarda fundam o Asé Oloroke no endereço acima citado no engenho velho de Brotas, onde encontra-se até hoje, plantando ali o Asé de Osun e com isto além de fundar uma casa fundam também a Nação Efon.
Mais tarde tio Firmo passa a viver maritalmente com Maria Bernarda da Paixão que era sua governanta e passam a dividir as funções do Asé. Acredita-se que nesta época ambos já eram libertos.
Os Igbas ou assentamentos dos orixás foram trazidos da África e estão até a presente data preservados no Ile. La encontra-se a Osun de Tio Firmo e Oloke de Maria Bernarda entre outros.
Apesar da libertação dos escravos, a perseguição a cultos Afros foi intensa e conta-se que Tio Firmo foi preso por várias vezes.
A árvore do Iroko, um dos símbolos da casa, foi plantada após a libertação dos escravos, mas bem no final do século XIX, e a muda do Iroko veio da Casa de Osumare. Outra história interessante do Iroko do terreiro do Oloroke, é que onde ele foi plantado era caminho das pessoas, pois ainda não haviam muros nem cercas e foi debaixo do Iroko da casa, que a finada Mãe Runho da nação Jeje deu a luz a Nicinha Lokosi e esta informação pode ser confirmada por Nenê de Osagiyan neto carnal de Runho e por outros antigos ligados ao Bogun.
Por volta de 1905 morre tio Firmo que ainda em vida já tinha passado a casa para Maria Violão, sendo esta a segunda pessoa a sentar-se como mãe da casa.
Maria Violão iniciou várias pessoas entre os quais podemos citar Mãe Milu que foi a Ya kekere do Asé, Matilde de Jagun (Baba Oluwa) sua sucessora e terceira mãe da casa, Cristóvão Lopes dos Anjos de Ogun Já, Ogan e mais tarde Asogun sendo também o Olowo do Ile e a quarta pessoa a governar o Asé, Celina de Yemonja (esposa de Cristóvão), Paulo de Sango, filho carnal de Mãe Milu, Crispina de Ogun, a quinta pessoa a governar o Asé, e muitos outros.
No dia 4 de outubro de 1936 morre Maria Bernarda da Paixão aos 94 anos de idade.
Após muitas divergências assume a casa Matilde de Jagun, Baba Oluwa, que fez muitos iyawo entre os quais Noélia de Osun e Emiliana também de Osun. Mãe Matilde vem a falecer no dia 30 de outubro de 1970 aos 67 anos de idade.
Após o falecimento de Matilde quem assume a casa é Cristóvão de Ogun que faleceu no dia 23 de setembro de 1985 aos 83 anos de idade. Após a morte de Cristóvão, graças ao esforço de Maria de Sango (sua herdeira no Asé Pantanal), sentou-se na cadeira de Yalorisa do Terreiro do Oloroke, Mãe Crispina de Ogun e Mãe Maria de Sango foi quem dirigiu os ritos de posse da nova Yalorisa. Após a morte de Mãe Crispina, a cadeira está a espera de uma nova Yalorisa até a data de hoje.
Bem, não podemos nos esquecer de duas casas tradicionais de Efon a quem nós, os Omo Efon, devemos muito. Uma das casas já completou 50 anos de fundação, é o 'Asé Pantanal' como é conhecido e dirigido pela Yalorisa Maria de Sango. A Outra casa que também é um reduto de Efon é o "Ile Ifa Monjé Gibanawe" do conhecido Babalorisa Alvinho de Omolu.
Aqui esta um pouco de nossa história, e aproveitamos o ensejo para desejar a todos os filhos, netos, bisnetos e todas as gerações do Asé assim como aos amigos e simpatizantes, sejam felizes, convivam com paz e harmonia e muita fraternidade na graça de Osun e Oloroke. Asé a todos.
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Litera Caxias realiza sua quarta edição
O evento literário LiteraCaxias teve sua primeira edição em 19 de Abril de 2015, e mais duas edições em Outubro e Abril consecutivos. O evento nasceu a partir de um grupo de amigos, tendo Natália Higino como precursora e idealizadora. Em sua primeira edição o evento contou com quinze autores, dentre eles Vinicius Grossos (A Sereia Negra e O Garoto Quase Atropelado) e Renata Ventura (A Arma Escarlate e A Comissão Chapeleira). Com um público estimado de 150 pessoas. Além das rodas de conversas com os autores participantes, em todas as edições o evento também organiza em suas edições Concursos e Jogos Literários para interação com seus leitores e autores. Além de diversos sorteios.
Em sua segunda edição, no mês de Outubro, além do formato ser formulado, dando temas para cada roda de conversa, o evento teve a participação da editora Darkside, com um palestrante falando sobre os lançamentos de sua editora. E distribuiu grande parte de seu catalogo a vários leitores presentes. Além de outras parcerias com editoras e blogueiros e booktubers.
O intuito da criação do LiteraCaxias foi disseminar a literatura em uma localidade onde quase não existem eventos voltados para essa área, ou são poucos conhecidos. O crescimento do evento mostrou a necessidade dele e fez com que se passassem três edições, em todas com o máximo de sucesso esperado. Assim como divulgar a literatura, um dos principais pontos fortes é a valorização dos autores que fizerem e fazem parte dessa empreitada. O reconhecimento pelo trabalho, independente de como se dá por este, torna um ambiente ainda de melhor convívio. Em três edições já se passaram mais de trinta e cinco autores de diversos gêneros literários, desde infantil até terror. Desde a publicação independente e virtual, até de editoras tradicionais.
Na quarta edição traremos novos autores e novidades maravilhosas aos leitores, e quem comparecer ficará sabendo em primeira mão.
Duque de Caxias recebe o projeto Vitrine Acústica
No dia 14 de
outubro de 2016, em Duque de Caxias, O projeto Vitrine Acústica chega a sua
terceira edição. Desenvolvido por Brener Filgueira, Matheus Magalhães e Matheus
Wea, o evento se apropria da ideologia de valorização da cultura musical da
Baixada. Essa manifestação artística é voltada a dar oportunidades a músicos
que buscam seu lugar na cena da Música Popular Brasileira através de seu
trabalho autoral.
O primeiro
evento surgiu na Casa Brasil de Imbariê, com o intuito de atingir culturalmente
a comunidade, e conscientizar que a baixada é fábrica de grandes talentos.
Depois de duas edições de grande aceitação, o projeto Vitrine Acústica
aterrissa na Biblioteca Municipal Governador Leonel de Moura Brizola, um lugar
icônico de Duque de Caxias, para consolidar uma cena underground e alternativa
para as pessoas de todas as idades.
O Vitrine
Acústica se encarrega de criar um ambiente intimista e informal para todos os
admiradores da música. A vontade, cerca de 80 pessoas se fazem presentes no
evento, onde também são agraciados com um ambiente externo que oferece o melhor
da música nacional, e um bar com petiscos e bebidas.
A terceira
edição do projeto, inclui na programação nomes de peso, como Beto Gaspari e
Átila Bezerra, que é uma grande revelação da baixada para a cena carioca, além
de novos artistas talentosos, como Hudson Luz e a banda Kasparhauser.
O Vitrine
Acústica começa as 18 horas, e promete uma noite de muito amor e música.
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
Todo dia é Dia de Cultura em Duque de Caxias
Em Duque de Caxias todos os dias é dia de cultura. Acompanhe a Agenda Cultural da cidade no endereço eletrônico: http://duquedecaxias.rj.gov.br/portal/agendacultural/
Aproveite as atividades do mês de outubro.
Aproveite as atividades do mês de outubro.
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Companhias entram em cena no Festival de Teatro de Caxias
A 13ª edição do Festival de Teatro de Duque de Caxias foi aberta nesta quarta-feira (5/10), no Teatro Municipal Raul Cortez, com a apresentação do espetáculo “Interferências”, com alunos e ex alunos do Centro de Pesquisa Teatral Duque de Caxias (CPT). O festival que tem o apoio da Prefeitura de Duque de Caxias, através da secretaria de Cultura e Turismo, distribuirá R$ 30 mil para as companhias vencedoras nas categorias adulto e infantil. O evento teve ainda um desfile de moda.
A mostra reúne 36 grupos teatrais do Rio de Janeiro, Baixada Fluminense, Região Metropolitana, Sul fluminense, além de companhias de Minas Gerais, São Paulo, Amazonas, Pernambuco, Bahia e de Santa Catarina. O secretário de Cultura e Turismo de Caxias, André Oliveira, fez questão de destacar a importância do festival e o apoio da Prefeitura ao evento. “Em muitos municípios em tempo de crise, a cultura é a primeira a ser afetada. Em Caxias, a Prefeitura continua investindo em projetos culturais, a prova é este festival. Não é fácil organizar por 13 anos seguidos um festival deste porte, que reúne 36 grupos. O resultado deste trabalho será visto no dia 23, durante a premiação”, disse o secretário, que estava acompanhado do subsecretário Beto Gaspari
Organizador da mostra o diretor do CPT, Guedes Ferraz, lembrou que o festival movimenta um grande número de pessoas entre técnicos, atores e público, e ressaltou o apoio da Prefeitura. “ O festival movimenta um número grande de pessoas, cerca de 300 profissionais do setor. Tenho que agradecer à Prefeitura de Caxias o apoio recebido”, comentou.
O festival distribuirá um total de prêmios no valor de R$ 30 mil e troféus para o Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor ator coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Figurino, Melhor Maquiagem, Melhor Cenografia, Melhor Iluminação, além do prêmio CPT de Dramaturgia.
6/10
15h- Mogli, o musical
Grupo: Arlequim Produções – RJ
19h- Cordel da Morte Morrida (e às vezes, Matada)
Grupo: Grupo Teatral as Lucianas- RJ
7/10
15h- O Fantástico Mistério de Feiurinha (espetáculo não concorrente)
Grupo: Contando Histórias Produções- RJ
19h- Nilópolis- O Sonho de uma flauta
Grupo: Surgiu na Hora- RJ
8/10
15h- Eles são seis cômicos
Grupo: Companhia Teatral Um Peixe (SP)
19h- Até a próxima estação
Grupo: Companhia teatral Casa dos Azulejos- RJ
9/10
15h- Omi- do leitor ao mar
Grupo: Companhia Ávida de Teatro- RJ
19h- Segunda Pele
Grupo: Companhia de Teatro Rastro dos Astros – MG
10/10
15h- O mágico de Oxente
Grupo: Companhia Atores da Fábrica- RJ
19h- Falar da Baixada
Grupo: Companhia Atores da Fábrica- RJ
11/10
15h- Carioca, o menino do Rio
Grupo: Grupo Scandaliart- RJ
19h- A vida como ele é
Grupo: Os 100 talentos Companhia de Teatro- RJ
13/10
15h- Era uma vez...1,2,3
Grupo: Companhia Teatrando- MG
19h- Luiz Gama- uma voz pela liberdade
Grupo: Deo Garcez e Nívia Helen- RJ
14/10
15h- Flor de maio
Grupo: JMC Produções Artísticas- RJ
19h- Curral Grande
Grupo: Coletivo Ponto Zero-RJ
15/10
15h- O menino que virou história
Grupo: Grupo Teatral Fazendo Arte- MG
19h- Tá Azor
Grupo: Companhia de Ação!Teatro! Dança!
16/10
11h- Alice, uma aventura musical
Grupo: SF Assessoria de Imprensa e Produção-RJ
19h- Caravana dos sonhos
Grupo: Companhia de Teatro Arte em Cena- RJ
17/10
15h- Perdoa-me por amar
Grupo: Ceta- RJ
*espetáculo adulto
19h- Banquete para medeia
Grupo: Quatro Artes Produções- RJ
18/10
15h- Era uma vez: contos, lendas e cantigas
Grupo: Rococó Produções Artísticas e Culturais- RS
19h- Sobre prisões e janelas
Grupo: Teatro de Tabuleiro- RJ
19/10
11h- Kê gracinha
Grupo: Núcleo Artístico Gema- RJ
15h- Meu nome é Ernesto
Grupo: Os Primitivos
*espetáculo adulto
19h- Mariana e a benzedeira da ilha
Grupo: Companhia Sandra Baron- SC
20/10
11h- Era uma vez a vendedora de fósforos
Grupo: Quatro Artes Produções- RJ
15h- Santuário da Alma
Grupo: Gruppo Guapoz- RJ
*espetáculo adulto
19h- Joia
Grupo: Companhia Cerne- RJ
21/10
11h- O ratinho bondoso
Grupo: Companhia Alto Astral- RJ
15h- Cores da imagem
Grupo: Companhia L2C2 Teatro e Dança- RJ
*espetáculo adulto
19h- O candelabro
Grupo: Companhia Távola de Teatro- BA
22/10
11h- Não acredito, eles falam
Grupo: Companhia Trilhares-AM
15h- O urso
Grupo: Companhia Divergente de Teatro- SP
*espetáculo adulto
19h- O Auto da Compadecida
Grupo: Teatro Experimental de Arte- PE.
23/10
16h30- Premiação
Local: Teatro Municipal Raul Cortez
Endereço: Praça do Pacificador- Centro- Duque de Caxias
Ingresso: entrada gratuita
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
Vai começar o Festival Nacional de Teatro de Caxias
Evento será aberto nesta quarta-feira (5/10), com desfile de moda
A 13ª edição do Festival Nacional de Teatro de Duque de Caxias, começa nesta quarta-feira (05/10), a partir das 19 horas, estarão concorrendo 36 espetáculos nas categorias Adulto e Infantil. O encerramento será no dia 23, no Teatro Municipal Raul Cortez. Participam do evento grupos do Rio de Janeiro, Baixada Fluminense, Região Metropolitana, Sul fluminense, além de companhias de Minas Gerais, São Paulo Amazonas, Pernambuco, Bahia e Santa Catarina. Quatro espetáculos serão apresentados como convidados, entre eles de alunos do curso de teatro do CPT.
O festival é realizado pelo Centro de Pesquisas Teatrais (CPT) com apoio da Prefeitura, através da secretaria de Cultura e Turismo e serão distribuídos R$ 30 mil em prêmios e troféus. Segundo o diretor do CPT, Guedes Ferraz, são esperados cerca de 15 mil espectadores e aproximadamente 300 profissionais de todo o país. “Com o amadurecimento adquirido nas edições anteriores, o Centro de Pesquisas Teatrais de Duque de Caxias optou por ousar nos objetivos do festival em 2016. Nesta edição serão abertas novas frentes de atuação e ampliado o acesso para apresentação de grupos e coletivos em formação”, explica o diretor.
“ Estão participando do 13º Festival Nacional de Teatro grupos de Minas Gerais, São Paulo, Amazonas, Pernambuco, Bahia e Santa Catarina, além do Rio de Janeiro, Baixada Fluminense, Penedo e São Gonçalo. Também receberão troféu o Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor ator coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Figurino, Melhor Maquiagem, Melhor Cenografia, Melhor Iluminação, além do prêmio CPT de Dramaturgia ”, destacou Guedes Ferraz.
Abertura
A abertura do festival no Teatro Raul Cortez, terá também desfile de modas com jovens modelos de comunidades e apresentação do grupo Crônicas de Rua. Em seguida alunos do curso de teatro do CPT apresentarão o espetáculo “Interferências”. Não haverá cobrança de ingresso nas apresentações.
Acompanhe a programação pelo Facebook - CPT Duque de Caxias (https://www.facebook.com/ cptduquedecaxias). Outras informações pelo telefone (21) 2671-3056.
Assinar:
Postagens (Atom)
Postagem em destaque
Última llamada: Guinga se despide de Europa con conciertos únicos y masterclasses en España
El legendario guitarrista y compositor brasileño Guinga culmina su gira europea con una serie de presentaciones en España que prometen se...
-
El legendario guitarrista y compositor brasileño Guinga culmina su gira europea con una serie de presentaciones en España que prometen se...
-
Para a galera que esta afim de acompanhar a sessão do Mate Com Angu hoje e não tem como se deslocar para a cidade de Duque de Caxias, não pr...
-
Apresento a monografia do final do meu curso de Artes Visuais da Unigranrio, onde apresentei uma breve pesquisa sobre o Meeting Of Favel...




















