Pelo segundo ano consecutivo será relizado em Duque de Caxias o Encontro das Folia de Reis, com a presença das folias: Flor do Oriente, Estrela do Oriente, Estrela Dalva do Oriente e Reisado Flor da Primavera. As 13h os foliões serão recebidos na Catedral de Santo Antonio onde terão suas bandeiras benzidas, depois seguem em cortejo até a Praça do Pacificador.
Além das folias da cidade, os organizadores aguardam a presença de várias folias convidadas de outras cidades do Rio de Janeiro.
Neste blog você vai encontrar meus trabalhos artísticos e alguns pitacos sobre cultura.
quarta-feira, 11 de maio de 2016
terça-feira, 10 de maio de 2016
Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro, discute a cultura para nosso Estado
Participei hoje da reunião da Câmara Setorial de Cultura, Turismo e Esporte do Estado do Rio de Janeiro. No encontro foi apresentado um levantamento cultural realizado pela UERJ, baseado no mapa de cultura do nosso estado. Esse estudo servirá para apontar caminhos para o desenvolvimento da indústria criativa no Estado do Rio, com um planejamento estratégico para cada região.
O estudo completo será apresentado em breve na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.
A Câmara Setorial, faz parte do Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro, que foi criado no ano de 2013, e tem como foco promover inovações a partir da interação constante entre academia, setor produtivo e Poder Legislativo. Desses debates e da apresentação dos estudos mais recentes realizados pelas instituições que o compõem, surgem propostas de desburocratização, alteração da legislação estadual e atos em defesa do estado do Rio.
Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Municipais de Cultura das Capitais e Regiões Metropolitanas lança um Manifesto contra o fim do Ministério da Cultura
Após o anúncio feito pelos meios de comunicação a respeito do quadro politico e das propostas para a cultura do eventual governo Temer, nós do Fórum de Nacional de Secretários e Dirigentes Municipais de Cultura das Capitais e Regiões Metropolitanas, lançamos esse manifesto para a sociedade brasileira, para que não aja um retrocesso para o setor da cultura no Brasil. Fundir o Minc com o Ministério da Educação nos causa uma grande preocupação que certamente terá consequências muito diretas para todos que atuam com a economia da cultura em nosso país.
Manifesto contra o fim do Ministério da Cultura
Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Municipais de Cultura das Capitais e Regiões
Metropolitanas |Diretoria 2015-2016
Presidente: Leônidas Oliveira - Belo Horizonte, MG
Vice-Presidente: Vinicius Palmeira - Maceió, AL
Secretário Geral: João Paulo Traven - Cuiabá, MT
Secretário Executivo: Rodrigo Forneck - Rio Branco, AC
Secretário Relações Institucionais: Roque Jacoby - Porto Alegre, RS
Manifesto contra o fim do Ministério da Cultura
O Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Municipais de Cultura das Capitais e Regiões
Metropolitanas vem se posicionar contrário à extinção do Ministério da Cultura ou à sua
fusão a qualquer outra pasta do Executivo Federal.
A criação do Ministério da Cultura, em 1985, iniciou um tempo novo e diferenciado para o
Brasil, na gestão de José Sarney e sob o impulso do Fórum Nacional de Secretários de
Cultura. A existência do Ministério da Cultura é fundamental para que os mais de cinco mil
municípios do país possam atuar de forma sistêmica, ao mesmo tempo em que fomenta a
arte e a diversidade das expressões e consiga garantir transparência e espírito público na
gestão dos recursos públicos. A gestão compartilhada entre os entes federados e entre estes
e a sociedade civil é um princípio importante e que queremos aqui pontuar como uma das
motivações mais relevantes para o que aqui colocamos, criando as condições técnicas,
operacionais e de suporte para as políticas mais amplas para o setor cultural.
O momento para o setor de cultura deve ser de consolidação. A organização sistêmica, nas
diversas esferas de governo, tem possibilitado o compartilhamento de boas práticas, a
discussão de soluções conjuntas e facilitado o trabalho articulado, o que é um sinal positivo
de fortalecimento do setor. Importante que este avanço impacta de modo singular em
outras áreas e pode criar ambiente favorável para as cidades e seus habitantes.
Assumindo nosso papel de articulação municipal e entendendo que os municípios entregam
diretamente à população a maior parte dos serviços públicos do cotidiano e são os principais
atores de garantia dos direitos essenciais, entre eles o direito ao pleno exercício dos direitos
culturais, postulamos, qualquer venha a ser a estrutura de ministérios necessária para
atravessarmos o momento pontual de crise, que seja mantido o Ministério da Cultura,
mesmo com ajustes internos em sua estrutura.
Todo o esforço que o país fizer em termos de desenvolvimento econômico será sem efeito
para o conjunto da população se não considerar os aspectos culturais do desenvolvimento.
Enquanto a maior parte do mundo caminha para pensar a cultura como estratégica para o
desenvolvimento das nações, não podemos caminhar num sentido diferente. Por mais que
se tenha que replanejar os investimentos no país, o a Cultura precisa ser colocado num
outro patamar, posto que o investimento não realizado em cultura hoje terá um alto custo
para o país posteriormente. A Cultura é que nos torna realmente humanos, o que nos tira da
barbárie. Sem sombra de dúvida, pensando num país melhor, o momento exige um
posicionamento direto e concreto pela manutenção do Ministério da Cultura como pasta
estratégica para o desenvolvimento do país. O futuro espera nossa decisão.
Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Municipais de Cultura das Capitais e Regiões
Metropolitanas |Diretoria 2015-2016
Presidente: Leônidas Oliveira - Belo Horizonte, MG
Vice-Presidente: Vinicius Palmeira - Maceió, AL
Secretário Geral: João Paulo Traven - Cuiabá, MT
Secretário Executivo: Rodrigo Forneck - Rio Branco, AC
Secretário Relações Institucionais: Roque Jacoby - Porto Alegre, RS
Cultura sobre ataque, Temer planeja acabar com o Minc
Nos tempos sombrios que o país está vivendo estamos a cada minuto sendo surpreendido por uma novidade, desta vez é a proposta de acabar com o Ministério da Cultura, caso o governo Temer venha a de fato se consolidar. Um ministério que mesmo com poucos recursos é fundamental para o Brasil, para a alma do nosso povo, pelos avanços que conseguimos, com muita luta e mobilização pelo país afora.
Já foi demonstrado que os recursos que seriam economizados com a extinção do Minc seriam pífios, porém o abalo no setor que responde hoje por uma das maiores cadeias produtivas do país seria imenso.
Temer quer jogar para plateia, usar o argumento de que vai economizar, mas não demonstra com números reais, o que de positivo tal medida representaria de forma clara e objetiva.
O país não pode recuar, não podemos voltar aos tempos das trevas na cultura, num momento fundamental para o Brasil.
Abaixo reproduzo a Carta da Frente Nacional de Prefeitos sobre o assunto.
Carta da Cultura para
o Desenvolvimento Humano
A Frente Nacional de Prefeitos
(FNP), através do seu fórum de secretários e dirigentes de cultura das capitais
e suas regiões metropolitanas, atenta ao panorama geral que vivemos no país e
cientes da necessidade de estabelecer um pacto que garanta o fortalecimento das
políticas de Estado para a cultura, elaborou a presente carta e traz à mesa das
autoridades da União para reflexão e abertura de diálogo.
Importância da Cultura para o desenvolvimento humano e fortalecimento
da coesão social
O PNUD – Programa das Nações
Unidas para o Desenvolvimento – no relatório do desenvolvimento humano do ano
de 2004, propondo a inclusão de reflexão para a dimensão cultural das políticas
de desenvolvimento, aponta que “O desenvolvimento humano tem a ver com pessoas.
Tem a ver com o alargamento das opções que as pessoas têm para ser e fazer o
que dão valor na vida”. (PNUD, 2004,
p.28). Na mesma direção, o economista Bernardo Kliksberg, consultor de diversos
organismos internacionais (BID, PNUD, UNESCO, OIT, FAO, entre outros) afirma
que a cultura passou a assumir um papel central nas políticas de
desenvolvimento e todos os esforços são válidos para que as políticas públicas
incluam a cultura como pauta básica.
Os impactos das políticas de cultura no
conjunto da sociedade em médio e longo prazo podem fazer a diferença se o
desenvolvimento integral do ser humano é colocado como meta prioritária de
qualquer país. O tempo da ênfase apenas nos resultados econômicos ou de infraestrutura
física já se mostra defasado. As implicações dos costumes, da educação e da
cultura cotidiana encontram-se refletidos na sociedade e na macroeconomia.
Investir em livro e leitura, por exemplo, é impactar positivamente na vida das
pessoas em qualquer área de atuação: lendo melhor, escreve-se melhor, tem-se
mais exercício de criatividade que influencia diretamente na busca de soluções.
Da mesma forma o investimento em educação musical, em dança, teatro,
audiovisual. A Cultura é recurso objetivo e concreto e que se reflete no
capital humano e no capital social, ela aproxima pessoas e instituições,
propicia o fortalecimento dos vínculos sociais e isto não é o discurso de
“quantas crianças tira das ruas”, mas da melhoria da condição de qualquer pessoa
de qualquer classe social. A Cultura assumiu um papel central no
desenvolvimento e deixou de ser uma forma de distinção social ou de política
suplementar e secundária.
É necessário que a sociedade e o
Estado em suas políticas públicas e os cidadãos nas suas micropolíticas
coloquem nas suas pautas conciliar conquistas materiais (resultados escolares,
qualificação técnica, melhoria de condição econômica, de moradia, de saúde) com
conquistas subjetivas (capacidade relacional, valores, modelos de conduta, sensibilidade,
criatividade). Na ausência de condições materiais, a cultura é recurso que o
sujeito sempre terá, diferente das conquistas materiais, que podem mudar de
acordo com a condição geral do país. É neste sentido que o fortalecimento de
políticas públicas para a cultura coloca-se como pauta prioritária para os
municípios e para os demais entes federados. Passamos a um breve resumo dos
avanços institucionais (constitucionais e infraconstitucionais) que tivemos nos
últimos anos para nos situar e fundamentar o que aqui postulamos.
Processo de
consolidação institucional das políticas de Estado para a Cultura no país
O fortalecimento institucional
alcançado só foi possível pelo compromisso com a cultura, consubstanciado na
criação do Ministério da Cultura, em 1985. Desde então, sob diferentes
desenhos, a área cultural pode avançar, inclusive institucionalmente, muito em
função da existência do Ministério da Cultura, que funciona como o principal
órgão de articulação e suporte técnico para o Sistema Nacional de Cultura e o
Plano Nacional de Cultura.
A Proposta de Emenda
Constitucional (PEC) 306, apresentada em 2000, que veio tornar-se a Emenda
Constitucional 48 de 2005, acrescentou o parágrafo 3º à constituição, criando o
Plano Nacional de Cultura (PNC): “A lei estabelecerá o Plano Nacional de
Cultura, de duração plurianual, visando ao desenvolvimento cultural do País e à
integração das ações do poder público”.
Após um período de intensas
discussões, as diversas comissões do Congresso Nacional consolidaram um substitutivo,
o qual foi votado e aprovado no plenário do congresso em 2010, tornando-se a
Lei 12.343, a qual instituiu e regulamentou o PNC, em torno de 275 ações em 48
metas para um período de dez anos. Posteriormente, para aperfeiçoar seu escopo
estas 48 metas passaram por revisão no Ministério da Cultura, por meio de
consulta pública e apoio de especialistas, e resultaram num documento final com
53 metas.
A aprovação da Emenda
Constitucional 72, em 2012, criando o Sistema Nacional de Cultura (SNC), consolidou
o processo e definiu as bases constitucionais para dar suporte à sua
institucionalização. Num processo que tinha como base a gestão compartilhada
entre Estado e Sociedade civil para garantir o pleno acesso aos direitos
culturais, Estados e Municípios foram estimulados a estruturar seus sistemas de
cultura, nos mesmos moldes do nacional, com as devidas adaptações locais.
Desafios para os órgãos de cultura e o desenvolvimento local
Organizar, implantar, monitorar,
avaliar e articular o Sistema Nacional de Cultura em 5.570 municípios no Brasil
é um desafio consistente que temos pela frente. O suporte do Ministério da
Cultura é fundamental para que os municípios implantem seus sistemas de cultura
e tenhamos uma organização no setor que ao mesmo tempo em que fomenta a arte e
a diversidade das expressões consiga garantir transparência e espírito público
na gestão dos recursos públicos. A gestão compartilhada entre os entes
federados e entre estes e a sociedade civil é um princípio importante e que
queremos aqui pontuar como uma das motivações mais relevantes para o que vimos
colocar, posto que nas atribuições propostas para os entes federados a União
seria responsável por criar as condições técnicas, operacionais e de suporte
para o Sistema Nacional de Cultura.
Os
principais programas e políticas desenvolvidos no âmbito do ministério, como o
Mais Cultura nas Escolas, a Política Nacional de Cultura Viva, o Fundo Nacional
de Cultura, o Programa Nacional de Apoio Cultura, o Vale Cultura, a Política
Nacional das Artes, o Brasil de todas as telas, o Cine Mais Cultura, a Política
Nacional para Conteúdos Digitais Criativos entre tantos outros, dependem de uma
gestão dedicada e uma atenção específica que seria desarticulada caso não
houvesse o Ministério da Cultura. Temos outros desafios, como a democratização
dos mecanismos de financiamento, a definição clara das atribuições dos entes
federados, a consolidação do Sistema Nacional de Cultura, a avaliação da
primeira versão do Plano Nacional de Cultura (que vence no prazo de 2020) e
construção da sua segunda versão (2021-2031).
A Frente Nacional de Prefeitos manifesta-se pela manutenção do
Ministério da Cultura
Desta forma, assumindo nosso
papel de articulação municipal e entendendo que os municípios compõem de modo
basilar o Sistema Nacional de Cultura, postulamos, qualquer venha a ser a
estrutura de ministérios necessária para atravessarmos o momento pontual de
crise, que seja mantido o Ministério da Cultura, mesmo que seja necessário
promover ajustes internos em sua estrutura. A Frente Nacional de Prefeitos
coloca-se à disposição para contribuir efetivamente na discussão das melhores
formas de encaminhamento da demanda aqui levantada.
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Afoxé e Folia de Reis cultura popular de Duque de Caxias ganha as ruas
A cultura popular de uma maneira em geral é uma forma de resistência de nosso povo, através dela, grupos culturais demonstram sua identidade e revelam o que está no seu âmago. Nesse último final de semana pude compartilhar e vivenciar duas experiências muito interessantes em Duque de Caxias.
Na sexta-feira ocorreu o encontro de grupos de afoxé na Praça da Estação de Ferroviária do Gramacho, onde celebraram com sua música, dança e fé, os grupos Raiz de Verdade, Ònòn Ire e Afoxé Dara Fay. No encontro era visível a alegria dos membros numa reunião festiva e alegre. Nos últimos meses pude perceber uma ação mais propositiva dos grupos afros que passaram a fazer das ruas, também um espaço para que suas tradições sejam visibilizadas.
Fotos do Encontro de Afoxés no Gramacho
No sábado estive presente na Festa do Arremate da Folia de Reis Reisado Flor da Primavera. Os anfitriões receberam em sua sede dezenas de foliões oriundos de outras cidades. A tradição das folias de reis se mantém, e é muito interessante ver crianças e jovens nos grupos, mostrando que mesmo nos dias atuais, a força da cultura e a tradição das famílias, consegue resistir ao massisso ataque das mídias e dos grandes grupos de comunicação.
Fotos da Festa do Arremate do Reisado Flor da Primavera
A cultura popular re-existe e nos tempos modernos criam novos canais, novas estratégias de superação novos diálogos, com base na sua tradição, absorve as novidades para manter-se vivas em busca de um caminho repleto de dificuldades mas o que faz ir além e superar todas as barreiras.
Na sexta-feira ocorreu o encontro de grupos de afoxé na Praça da Estação de Ferroviária do Gramacho, onde celebraram com sua música, dança e fé, os grupos Raiz de Verdade, Ònòn Ire e Afoxé Dara Fay. No encontro era visível a alegria dos membros numa reunião festiva e alegre. Nos últimos meses pude perceber uma ação mais propositiva dos grupos afros que passaram a fazer das ruas, também um espaço para que suas tradições sejam visibilizadas.
Fotos do Encontro de Afoxés no Gramacho
No sábado estive presente na Festa do Arremate da Folia de Reis Reisado Flor da Primavera. Os anfitriões receberam em sua sede dezenas de foliões oriundos de outras cidades. A tradição das folias de reis se mantém, e é muito interessante ver crianças e jovens nos grupos, mostrando que mesmo nos dias atuais, a força da cultura e a tradição das famílias, consegue resistir ao massisso ataque das mídias e dos grandes grupos de comunicação.
Fotos da Festa do Arremate do Reisado Flor da Primavera
A cultura popular re-existe e nos tempos modernos criam novos canais, novas estratégias de superação novos diálogos, com base na sua tradição, absorve as novidades para manter-se vivas em busca de um caminho repleto de dificuldades mas o que faz ir além e superar todas as barreiras.
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Cia. Cerne ocupa o Teatro Glauce Rocha e convida grupos da Baixada Fluminense
"Cia Cerne - Ocupação" chega ao Teatro Glauce Rocha
com quatro espetáculos a partir do dia 4 de maio
No mês de maio, a Cia. Cerne ocupa o Teatro Glauce Rocha com seus dois espetáculos autorais, Ainda Aqui e Joio, e convida a Cia. de Arte Popular e a Trupe Investigativa Arroto Cênico a integrar a ocupação com os espetáculos A Farsa do Amor Acabado e Borra, respectivamente. O projeto, que faz sua estreia com o espetáculo Ainda Aqui na quarta-feira, dia 4 de maio, e segue até o dia 15 de maio, foi contemplado pelo Regulamento Funarte Cena Aberta 2016.
AINDA AQUI – Cia Cerne – 12 anos
Ainda Aqui tem como protagonista o trabalho do ator, com mais de dez personagens compostos por apenas dois atores em cena. A trama se desenvolve a partir do desaparecimento de Maurício, torturado e morto político; e do desenvolvimento do Alzheimer em sua mãe, Maria, que, esquecendo-se repetidamente da morte do filho, confina a si mesma e ao marido num eterno retorno à dor da perda. Ainda que tenha como pano de fundo um contexto político, o espetáculo se passa no ambiente familiar e constrói, aos poucos, uma grande história de amor e afeto.
JOIO – Cia Cerne – 14 anos
Nascido de um estudo sobre a traição, Joio conta a história de Jéssica, adolescente que tem a trajetória de sua vida alterada a partir do agravamento da dependência química de sua mãe. Jéssica se divide entre proteger suas irmãs ou proteger a si mesma. Joiotrata de tragédias urbanas contemporâneas que raramente se tornam conhecidas. O espetáculo dá nome a personagens anônimos que vivem em um grave e constante universo de violações, sujando-se de afeto e rancor, vacilando entre a esperança e o trauma, em um espaço onde o medo e a incoerência de ser humano conduzem cada ação.
A FARSA DO AMOR ACABADO – Cia de Arte Popular – 14 anos
A peça vasculha e coloca no palco os sentimentos e comportamentos humanos, num misto de realidade fictícia e ficção realista, com os elementos da cultura popular. Sete atores, numa pracinha qualquer, de uma cidade qualquer, interpretam, tocam, cantam e contam a história da chegada de Tonho e Aderaldo, que retornam à sua cidade natal por motivos distintos. Lá, vão pagar mil promessas, vão vencer provações, mal do amor acabado, vão tirar dos corações.
BORRA - Trupe Investigativa Arroto Cênico – 18 anos
Livremente baseado no universo realista de Plínio Marcos, o texto trata das relações conflituosas de oito personagens que têm seus destinos cruzados em uma cela. A montagem provoca um discurso a partir das imagens simbólicas de oprimido e opressor: os presos que estabelecem uma ordem dentro da cela, o sistema carcerário que estabelece uma ordem na prisão, a justiça que estabelece uma ordem no sistema, o governo que instaura a sua justiça e a sociedade que compactua, mostrando um sistema frágil em todas as suas relevâncias. A ação se basta num interior único, e transcorre segundo uma dinâmica peculiar criada pelo confronto entre os personagens.
CIA. CERNE - OCUPAÇÃO
LOCAL: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 - Centro, Rio de Janeiro - RJ(Próximo à saída da estação Carioca do Metrô Rio)
PROGRAMAÇÃO
Quartas-feiras, 4 e 11 de maio, 19h. - Ainda Aqui
Quintas, 5 e 12 de maio, 19h. - A Farsa do Amor Acabado
Sextas e sábados, 6, 7, 13 e 14 de maio, 19h. - Joio
Domingos, 8 e 15 de maio, 18h. - Borra
INGRESSOS: R$20,00 (inteira) / R$10,00 (meia-entrada e lista amiga)
VERCINE divulga a lista dos filmes selecionados e pela primeira vez Imbariê receberá o Festival de Cinema
O VERCINE terá sessões no Teatro Raul Cortez e na Casa Brasil de Imbariê e no Teatro do Sesi Caxias. Na sessão de abertura será exibido o longa "Chico: Um Artista Brasileiro", que pela primeira vez será exibido na Baixada Fluminense.
FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO NA BAIXADA
FLUMINENSE
De 28 de junho a 8 de julho, pelo quarto
ano consecutivo a cidade de Duque de Caxias irá receber o VER CINE - Festival
de Cinema Brasileiro da Baixada Fluminense - que este ano exibirá um total de 78
produções.
E
o VER CINE chega à sua quarta edição mantendo como objetivo principal promover
a cinematografia nacional, considerando-se os diferentes gêneros e formatos,
possibilitando ainda o intercâmbio para a produção de todos os estados e o
acesso democrático do público da Baixada Fluminense à recente produção
audiovisual brasileira.
Nesta
edição, um total de 797 produções participaram da fase seletiva, sendo 74
filmes selecionados para as 5 categorias em competição. Outras 4 produções
participarão a convite da produção do Festival e irão compor um cardápio dos
mais variados e representativos da atual safra da produção cinematográfica
nacional.
Treze
estados, mais o distrito Federal, estarão representados.
Em
todos os locais de exibição a entrada será gratuita e o público, além de
assistir aos filmes, poderá, ainda, conhecer de perto alguns dos realizadores e
concorrer a brindes.
Programação
Além das 5 categorias em competição
(documentário e ficção de curta e longa-metragem e videoclipe), em 2016 o Festival
VER CINE será composta por três mostras especiais, duas delas competitivas.
A "Mostra Baixada em Foco"
exibirá nove curtas produzidos por diretores da Baixada. Estarão em destaque
filmes dirigidos por nomes como Alek Lean, Arthur Baden, Douglas Gomes, Evandro
Rocha, Getulio Ribeiro, Gilberto Luiz, Heraldo HB, Juliana Portella, Melise
Fremiot, Paulo China e Vitor Gracciano. Os participantes concorrerão ao troféu
Baixada em Foco, que será entregue pela primeira vez. Os filmes da "Mostra
Baixada em Foco" serão exibidos no SESI Duque de Caxias, no dia 7 de
julho, às 19:30.
A "Mostra DiVerCine", dedicada
à apresentação curtas-metragens que abordem a temática da diversidade sexual,
volta este ano com sete filmes na programação: A "Casa ao Lado", de Lucas Younes; "Cabra-Macho", de Charles C. S. Ferreira e Leonardo Grecco;
"De Que Lado Me Olhas", de
Carolina de Azevedo e Elena Sassi; "Pedro",
de Pedro Borges; "Retratos", de Rafael Jardim; "Rosinha", de Gui Campos; e "Thai", de Lucas Padilha. A
"Mostra DiVerCine" acontece no Teatro Municipal Raul Cortez, no dia
30 de junho, às 19:15.
Por último, a "Mostra Premiére
Baixada", que este ano exibirá quatro longas: "A Hora e a Vez de Augusto Matraga", de Vinícius Coimbra;
"Amor, Plástico e Barulho",
de Renata Pinheiro; "Cássia", de Paulo Henrique Fontenelle; e
"Chico Um Artista Brasileiro",
de Miguel Faria Jr. a "Mostra
Premiére Baixada" é a única que apresenta filmes fora de competição e traz
filmes de longa-metragem exibidos comercialmente, mas que tiveram uma passagem
muito rápida ou que sequer chegaram às salas de exibição situadas na Baixada
Fluminense.
Na sessão de abertura, dia 28 de
junho, às 19:30, no Teatro Municipal Raul Cortez, será exibido o longa "Chico:
Um Artista Brasileiro", dirigido por Miguel
Faria Jr. Documentário sobre Chico Buarque de Holanda que mostra seu cotidiano,
seu método de trabalho, seu processo criativo e sua trajetória tendo como eixo
a montagem de um show com Chico e convidados como Adriana Calcanhotto, Maria
Bethânia, Milton Nascimento e Ney Matogrosso entre outros. Lançado em circuito
comercial no ano passado, "Chico:
Um Artista Brasileiro" não foi exibido em salas da Baixada Fluminense.
O Festival VER CINE tem o apoio da
Secretaria Municipal Cultura e Turismo de Duque de Caxias, do SESI Duque de
Caxias, do STIC - Sindicato Interestadual dos Trabalhadores na Indústria
Cinematográfica e do Audiovisual, da Aroma Filmes, da Migdal Filmes e da
Boulevard Filmes.
SERVIÇO:
VER
CINE – Festival de Cinema Brasileiro da Baixada Fluminense
Local: Teatro Municipal Raul Cortez
Endereço: Praça do Pacificador, s/nº - Centro -
Duque de Caxias - RJ
Tel.: 2771-3062
Dias:
De 28 a 30 de junho
Horários: 14:30 e 19:30
Local: Casa Brasil de Imbariê
Endereço: Av. Cel. Sisson, Quadra 2,Lotes 14 e 15 - Imbariê - Duque de Caixas - RJ
Tel.: 2778-1791
Dias: De 1 a 3 de julho
Horários: 10:00, 14:30h e 19:30
Local: SESI Duque de Caxias
Endereço: Rua Artur Neiva - Centro - Duque de Caxias - RJ.
Tel.: 3672-8341
Dias: De 6 a 8 de julho
Horários: 14:30h e 19:30
ENTRADA FRANCA
www.vercine.com.br
Contato:
festvercine@gmail.com
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