quarta-feira, 11 de maio de 2016

Duque de Caxias realiza Encontro de Folia de Reis

Pelo segundo ano consecutivo será relizado em Duque de Caxias o Encontro das Folia de Reis, com a presença das folias: Flor do Oriente, Estrela do Oriente, Estrela Dalva do Oriente e Reisado  Flor da Primavera. As 13h os foliões serão recebidos na Catedral de Santo Antonio onde terão suas bandeiras benzidas, depois seguem em cortejo até a Praça do Pacificador. 
Além das folias da cidade, os organizadores aguardam a presença de várias folias convidadas de outras cidades do Rio de Janeiro.



terça-feira, 10 de maio de 2016

Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro, discute a cultura para nosso Estado

Participei hoje da reunião da Câmara Setorial de Cultura, Turismo e Esporte do Estado do Rio de Janeiro. No encontro foi apresentado um levantamento cultural realizado pela UERJ,  baseado no mapa de cultura do nosso estado. Esse estudo servirá  para apontar caminhos para o desenvolvimento da indústria criativa no Estado do Rio, com um planejamento estratégico para cada região.
O estudo completo será apresentado em breve na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.

A Câmara Setorial, faz parte do  Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro, que foi criado no ano de 2013, e tem como foco promover inovações a partir da interação constante entre academia, setor produtivo e Poder Legislativo. Desses debates e da apresentação dos estudos mais recentes realizados pelas instituições que o compõem, surgem propostas de desburocratização, alteração da legislação estadual e atos em defesa do estado do Rio.


Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Municipais de Cultura das Capitais e Regiões Metropolitanas lança um Manifesto contra o fim do Ministério da Cultura

Após o anúncio feito pelos meios de comunicação a respeito do quadro politico e das propostas para a cultura do eventual governo Temer, nós do Fórum de Nacional de Secretários e Dirigentes Municipais de Cultura das Capitais e Regiões Metropolitanas, lançamos esse manifesto para a sociedade brasileira, para que não aja um retrocesso para o setor da cultura no Brasil. Fundir o Minc com o Ministério da Educação nos causa uma grande preocupação que certamente terá consequências muito diretas para todos que atuam com a economia da cultura em nosso país.

Manifesto contra o fim do Ministério da Cultura

O Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Municipais de Cultura das Capitais e Regiões
Metropolitanas vem se posicionar contrário à extinção do Ministério da Cultura ou à sua
fusão a qualquer outra pasta do Executivo Federal.

 A criação do Ministério da Cultura, em 1985, iniciou um tempo novo e diferenciado para o
Brasil, na gestão de José Sarney e sob o impulso do Fórum Nacional de Secretários de
Cultura. A existência do Ministério da Cultura é fundamental para que os mais de cinco mil
municípios do país possam atuar de forma sistêmica, ao mesmo tempo em que fomenta a
arte e a diversidade das expressões e consiga garantir transparência e espírito público na
gestão dos recursos públicos. A gestão compartilhada entre os entes federados e entre estes
e a sociedade civil é um princípio importante e que queremos aqui pontuar como uma das
motivações mais relevantes para o que aqui colocamos, criando as condições técnicas,
operacionais e de suporte para as políticas mais amplas para o setor cultural.

O momento para o setor de cultura deve ser de consolidação. A organização sistêmica, nas
diversas esferas de governo, tem possibilitado o compartilhamento de boas práticas, a
discussão de soluções conjuntas e facilitado o trabalho articulado, o que é um sinal positivo
de fortalecimento do setor. Importante que este avanço impacta de modo singular em
outras áreas e pode criar ambiente favorável para as cidades e seus habitantes.

Assumindo nosso papel de articulação municipal e entendendo que os municípios entregam
diretamente à população a maior parte dos serviços públicos do cotidiano e são os principais
atores de garantia dos direitos essenciais, entre eles o direito ao pleno exercício dos direitos
culturais, postulamos, qualquer venha a ser a estrutura de ministérios necessária para
atravessarmos o momento pontual de crise, que seja mantido o Ministério da Cultura,
mesmo com ajustes internos em sua estrutura.

Todo o esforço que o país fizer em termos de desenvolvimento econômico será sem efeito
para o conjunto da população se não considerar os aspectos culturais do desenvolvimento.
Enquanto a maior parte do mundo caminha para pensar a cultura como estratégica para o
desenvolvimento das nações, não podemos caminhar num sentido diferente. Por mais que
se tenha que replanejar os investimentos no país, o a Cultura precisa ser colocado num
outro patamar, posto que o investimento não realizado em cultura hoje terá um alto custo
para o país posteriormente. A Cultura é que nos torna realmente humanos, o que nos tira da
barbárie. Sem sombra de dúvida, pensando num país melhor, o momento exige um
posicionamento direto e concreto pela manutenção do Ministério da Cultura como pasta
estratégica para o desenvolvimento do país. O futuro espera nossa decisão.

Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Municipais de Cultura das Capitais e Regiões
Metropolitanas |Diretoria 2015-2016

Presidente: Leônidas Oliveira - Belo Horizonte, MG
Vice-Presidente: Vinicius Palmeira - Maceió, AL
Secretário Geral: João Paulo Traven - Cuiabá, MT
Secretário Executivo: Rodrigo Forneck - Rio Branco, AC
Secretário Relações Institucionais: Roque Jacoby - Porto Alegre, RS



Cultura sobre ataque, Temer planeja acabar com o Minc

Nos tempos sombrios que o país está vivendo estamos a cada minuto sendo surpreendido por uma novidade, desta vez é a proposta de acabar com o Ministério da Cultura, caso o governo Temer venha a de fato se consolidar. Um ministério que mesmo com poucos recursos é fundamental para o Brasil, para a alma do nosso povo, pelos avanços que conseguimos, com muita luta e mobilização pelo país afora. 
Já foi demonstrado que os recursos que seriam economizados com a extinção do Minc seriam pífios, porém o abalo no setor que responde hoje por uma das maiores cadeias produtivas do país seria imenso. 
Temer quer jogar para plateia, usar o argumento de que vai economizar, mas não demonstra com números reais, o que de positivo tal medida representaria de forma clara e objetiva.
O país não pode recuar, não podemos voltar aos tempos das trevas na cultura, num momento fundamental para o Brasil.




Abaixo reproduzo a Carta da Frente Nacional de Prefeitos sobre o assunto.

Carta da Cultura para o Desenvolvimento Humano

A Frente Nacional de Prefeitos (FNP), através do seu fórum de secretários e dirigentes de cultura das capitais e suas regiões metropolitanas, atenta ao panorama geral que vivemos no país e cientes da necessidade de estabelecer um pacto que garanta o fortalecimento das políticas de Estado para a cultura, elaborou a presente carta e traz à mesa das autoridades da União para reflexão e abertura de diálogo.

 Importância da Cultura para o desenvolvimento humano e fortalecimento da coesão social

O PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – no relatório do desenvolvimento humano do ano de 2004, propondo a inclusão de reflexão para a dimensão cultural das políticas de desenvolvimento, aponta que “O desenvolvimento humano tem a ver com pessoas. Tem a ver com o alargamento das opções que as pessoas têm para ser e fazer o que dão valor na vida”.  (PNUD, 2004, p.28). Na mesma direção, o economista Bernardo Kliksberg, consultor de diversos organismos internacionais (BID, PNUD, UNESCO, OIT, FAO, entre outros) afirma que a cultura passou a assumir um papel central nas políticas de desenvolvimento e todos os esforços são válidos para que as políticas públicas incluam a cultura como pauta básica.

 Os impactos das políticas de cultura no conjunto da sociedade em médio e longo prazo podem fazer a diferença se o desenvolvimento integral do ser humano é colocado como meta prioritária de qualquer país. O tempo da ênfase apenas nos resultados econômicos ou de infraestrutura física já se mostra defasado. As implicações dos costumes, da educação e da cultura cotidiana encontram-se refletidos na sociedade e na macroeconomia. Investir em livro e leitura, por exemplo, é impactar positivamente na vida das pessoas em qualquer área de atuação: lendo melhor, escreve-se melhor, tem-se mais exercício de criatividade que influencia diretamente na busca de soluções. Da mesma forma o investimento em educação musical, em dança, teatro, audiovisual. A Cultura é recurso objetivo e concreto e que se reflete no capital humano e no capital social, ela aproxima pessoas e instituições, propicia o fortalecimento dos vínculos sociais e isto não é o discurso de “quantas crianças tira das ruas”, mas da melhoria da condição de qualquer pessoa de qualquer classe social. A Cultura assumiu um papel central no desenvolvimento e deixou de ser uma forma de distinção social ou de política suplementar e secundária.

É necessário que a sociedade e o Estado em suas políticas públicas e os cidadãos nas suas micropolíticas coloquem nas suas pautas conciliar conquistas materiais (resultados escolares, qualificação técnica, melhoria de condição econômica, de moradia, de saúde) com conquistas subjetivas (capacidade relacional, valores, modelos de conduta, sensibilidade, criatividade). Na ausência de condições materiais, a cultura é recurso que o sujeito sempre terá, diferente das conquistas materiais, que podem mudar de acordo com a condição geral do país. É neste sentido que o fortalecimento de políticas públicas para a cultura coloca-se como pauta prioritária para os municípios e para os demais entes federados. Passamos a um breve resumo dos avanços institucionais (constitucionais e infraconstitucionais) que tivemos nos últimos anos para nos situar e fundamentar o que aqui postulamos.

Processo de consolidação institucional das políticas de Estado para a Cultura no país

O fortalecimento institucional alcançado só foi possível pelo compromisso com a cultura, consubstanciado na criação do Ministério da Cultura, em 1985. Desde então, sob diferentes desenhos, a área cultural pode avançar, inclusive institucionalmente, muito em função da existência do Ministério da Cultura, que funciona como o principal órgão de articulação e suporte técnico para o Sistema Nacional de Cultura e o Plano Nacional de Cultura.

A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 306, apresentada em 2000, que veio tornar-se a Emenda Constitucional 48 de 2005, acrescentou o parágrafo 3º à constituição, criando o Plano Nacional de Cultura (PNC): “A lei estabelecerá o Plano Nacional de Cultura, de duração plurianual, visando ao desenvolvimento cultural do País e à integração das ações do poder público”.
Após um período de intensas discussões, as diversas comissões do Congresso Nacional consolidaram um substitutivo, o qual foi votado e aprovado no plenário do congresso em 2010, tornando-se a Lei 12.343, a qual instituiu e regulamentou o PNC, em torno de 275 ações em 48 metas para um período de dez anos. Posteriormente, para aperfeiçoar seu escopo estas 48 metas passaram por revisão no Ministério da Cultura, por meio de consulta pública e apoio de especialistas, e resultaram num documento final com 53 metas.

A aprovação da Emenda Constitucional 72, em 2012, criando o Sistema Nacional de Cultura (SNC), consolidou o processo e definiu as bases constitucionais para dar suporte à sua institucionalização. Num processo que tinha como base a gestão compartilhada entre Estado e Sociedade civil para garantir o pleno acesso aos direitos culturais, Estados e Municípios foram estimulados a estruturar seus sistemas de cultura, nos mesmos moldes do nacional, com as devidas adaptações locais.

Desafios para os órgãos de cultura e o desenvolvimento local

Organizar, implantar, monitorar, avaliar e articular o Sistema Nacional de Cultura em 5.570 municípios no Brasil é um desafio consistente que temos pela frente. O suporte do Ministério da Cultura é fundamental para que os municípios implantem seus sistemas de cultura e tenhamos uma organização no setor que ao mesmo tempo em que fomenta a arte e a diversidade das expressões consiga garantir transparência e espírito público na gestão dos recursos públicos. A gestão compartilhada entre os entes federados e entre estes e a sociedade civil é um princípio importante e que queremos aqui pontuar como uma das motivações mais relevantes para o que vimos colocar, posto que nas atribuições propostas para os entes federados a União seria responsável por criar as condições técnicas, operacionais e de suporte para o Sistema Nacional de Cultura.
Os principais programas e políticas desenvolvidos no âmbito do ministério, como o Mais Cultura nas Escolas, a Política Nacional de Cultura Viva, o Fundo Nacional de Cultura, o Programa Nacional de Apoio Cultura, o Vale Cultura, a Política Nacional das Artes, o Brasil de todas as telas, o Cine Mais Cultura, a Política Nacional para Conteúdos Digitais Criativos entre tantos outros, dependem de uma gestão dedicada e uma atenção específica que seria desarticulada caso não houvesse o Ministério da Cultura. Temos outros desafios, como a democratização dos mecanismos de financiamento, a definição clara das atribuições dos entes federados, a consolidação do Sistema Nacional de Cultura, a avaliação da primeira versão do Plano Nacional de Cultura (que vence no prazo de 2020) e construção da sua segunda versão (2021-2031).

A Frente Nacional de Prefeitos manifesta-se pela manutenção do Ministério da Cultura


Desta forma, assumindo nosso papel de articulação municipal e entendendo que os municípios compõem de modo basilar o Sistema Nacional de Cultura, postulamos, qualquer venha a ser a estrutura de ministérios necessária para atravessarmos o momento pontual de crise, que seja mantido o Ministério da Cultura, mesmo que seja necessário promover ajustes internos em sua estrutura. A Frente Nacional de Prefeitos coloca-se à disposição para contribuir efetivamente na discussão das melhores formas de encaminhamento da demanda aqui levantada.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Afoxé e Folia de Reis cultura popular de Duque de Caxias ganha as ruas

A cultura popular de uma maneira em geral é uma forma de resistência de nosso povo, através dela, grupos culturais demonstram sua identidade e revelam o que está no seu âmago. Nesse último final de semana pude compartilhar e vivenciar duas experiências muito interessantes em Duque de Caxias.
Na sexta-feira ocorreu o encontro de grupos de afoxé na Praça da Estação de Ferroviária do Gramacho, onde celebraram com sua música, dança e fé, os grupos Raiz de Verdade, Ònòn Ire e Afoxé Dara Fay. No encontro era visível a alegria dos membros numa reunião festiva e alegre. Nos últimos meses pude perceber uma ação mais propositiva dos grupos afros que passaram a fazer das ruas, também um espaço para que suas tradições sejam visibilizadas.

Fotos do Encontro de Afoxés no Gramacho




No sábado estive presente na Festa do Arremate da Folia de Reis Reisado Flor da Primavera. Os anfitriões receberam em sua sede dezenas de foliões oriundos de outras cidades. A tradição das folias de reis se mantém, e é muito interessante ver crianças e jovens nos grupos, mostrando que mesmo nos dias atuais, a força da cultura e a tradição das famílias, consegue resistir ao massisso ataque das mídias e dos grandes grupos de comunicação.

Fotos da Festa do Arremate do Reisado Flor da Primavera







A cultura popular re-existe e nos tempos modernos criam novos canais, novas estratégias de superação novos diálogos, com base na sua tradição, absorve as novidades para manter-se vivas em busca de um caminho repleto de dificuldades mas o que faz ir além e superar todas as barreiras.



quarta-feira, 4 de maio de 2016

Cia. Cerne ocupa o Teatro Glauce Rocha e convida grupos da Baixada Fluminense


"Cia Cerne - Ocupação" chega ao Teatro Glauce Rocha 
com quatro espetáculos a partir do dia 4 de maio  


No mês de maio, a Cia. Cerne ocupa o Teatro Glauce Rocha com seus dois espetáculos autorais, Ainda Aqui e Joio, e convida a Cia. de Arte Popular e a Trupe Investigativa Arroto Cênico a integrar a ocupação com os espetáculos A Farsa do Amor Acabado e Borra, respectivamente. O projeto, que faz sua estreia com o espetáculo Ainda Aqui na quarta-feira, dia 4 de maio, e segue até o dia 15 de maio,  foi contemplado pelo Regulamento Funarte Cena Aberta 2016.


AINDA AQUI – Cia Cerne – 12 anos
Ainda Aqui tem como protagonista o trabalho do ator, com mais de dez personagens compostos por apenas dois atores em cena. A trama se desenvolve a partir do desaparecimento de Maurício, torturado e morto político; e do desenvolvimento do Alzheimer em sua mãe, Maria, que, esquecendo-se repetidamente da morte do filho, confina a si mesma e ao marido num eterno retorno à dor da perda. Ainda que tenha como pano de fundo um contexto político, o espetáculo se passa no ambiente familiar e constrói, aos poucos, uma grande história de amor e afeto.

JOIO – Cia Cerne – 14 anos
Nascido de um estudo sobre a traição, Joio conta a história de Jéssica, adolescente que tem a trajetória de sua vida alterada a partir do agravamento da dependência química de sua mãe. Jéssica se divide entre proteger suas irmãs ou proteger a si mesma. Joiotrata de tragédias urbanas contemporâneas que raramente se tornam conhecidas. O espetáculo dá nome a personagens anônimos que vivem em um grave e constante universo de violações, sujando-se de afeto e rancor, vacilando entre a esperança e o trauma, em um espaço onde o medo e a incoerência de ser humano conduzem cada ação.

A FARSA DO AMOR ACABADO – Cia de Arte Popular – 14 anos
A peça vasculha e coloca no palco os sentimentos e comportamentos humanos, num misto de realidade fictícia e ficção realista, com os elementos da cultura popular. Sete atores, numa pracinha qualquer, de uma cidade qualquer, interpretam, tocam, cantam e contam a história da chegada de Tonho e Aderaldo, que retornam à sua cidade natal por motivos distintos. Lá, vão pagar mil promessas, vão vencer provações, mal do amor acabado, vão tirar dos corações.

BORRA - Trupe Investigativa Arroto Cênico – 18 anos
Livremente baseado no universo realista de Plínio Marcos, o texto trata das relações conflituosas de oito personagens que têm seus destinos cruzados em uma cela. A montagem provoca um discurso a partir das imagens simbólicas de oprimido e opressor: os presos que estabelecem uma ordem dentro da cela, o sistema carcerário que estabelece uma ordem na prisão, a justiça que estabelece uma ordem no sistema, o governo que instaura a sua justiça e a sociedade que compactua, mostrando um sistema frágil em todas as suas relevâncias. A ação se basta num interior único, e transcorre segundo uma dinâmica peculiar criada pelo confronto entre os personagens.



CIA. CERNE - OCUPAÇÃO

LOCAL: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 - Centro, Rio de Janeiro - RJ(Próximo à saída da estação Carioca do Metrô Rio)

PROGRAMAÇÃO
Quartas-feiras, 4 e 11 de maio, 19h. - Ainda Aqui
Quintas, 5 e 12 de maio, 19h. - A Farsa do Amor Acabado
Sextas e sábados, 6, 7, 13 e 14 de maio, 19h. - Joio
Domingos, 8 e 15 de maio, 18h. - Borra

INGRESSOS: R$20,00 (inteira) / R$10,00 (meia-entrada e lista amiga)



VERCINE divulga a lista dos filmes selecionados e pela primeira vez Imbariê receberá o Festival de Cinema

O VERCINE terá sessões no Teatro Raul Cortez e na Casa Brasil de Imbariê e no Teatro do Sesi Caxias. Na sessão de abertura será exibido o longa "Chico: Um Artista Brasileiro", que pela primeira vez será exibido na Baixada Fluminense.


FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO NA BAIXADA FLUMINENSE

De 28 de junho a 8 de julho, pelo quarto ano consecutivo a cidade de Duque de Caxias irá receber o VER CINE - Festival de Cinema Brasileiro da Baixada Fluminense - que este ano exibirá um total de 78 produções.
            E o VER CINE chega à sua quarta edição mantendo como objetivo principal promover a cinematografia nacional, considerando-se os diferentes gêneros e formatos, possibilitando ainda o intercâmbio para a produção de todos os estados e o acesso democrático do público da Baixada Fluminense à recente produção audiovisual brasileira.
            Nesta edição, um total de 797 produções participaram da fase seletiva, sendo 74 filmes selecionados para as 5 categorias em competição. Outras 4 produções participarão a convite da produção do Festival e irão compor um cardápio dos mais variados e representativos da atual safra da produção cinematográfica nacional.
            Treze estados, mais o distrito Federal, estarão representados.
            Em todos os locais de exibição a entrada será gratuita e o público, além de assistir aos filmes, poderá, ainda, conhecer de perto alguns dos realizadores e concorrer a brindes.

Programação
            Além das 5 categorias em competição (documentário e ficção de curta e longa-metragem e videoclipe), em 2016 o Festival VER CINE será composta por três mostras especiais, duas delas competitivas.
            A "Mostra Baixada em Foco" exibirá nove curtas produzidos por diretores da Baixada. Estarão em destaque filmes dirigidos por nomes como Alek Lean, Arthur Baden, Douglas Gomes, Evandro Rocha, Getulio Ribeiro, Gilberto Luiz, Heraldo HB, Juliana Portella, Melise Fremiot, Paulo China e Vitor Gracciano. Os participantes concorrerão ao troféu Baixada em Foco, que será entregue pela primeira vez. Os filmes da "Mostra Baixada em Foco" serão exibidos no SESI Duque de Caxias, no dia 7 de julho, às 19:30.
            A "Mostra DiVerCine", dedicada à apresentação curtas-metragens que abordem a temática da diversidade sexual, volta este ano com sete filmes na programação: A "Casa ao Lado", de Lucas Younes; "Cabra-Macho", de Charles C. S. Ferreira e Leonardo Grecco; "De Que Lado Me Olhas", de Carolina de Azevedo e Elena Sassi; "Pedro", de  Pedro Borges; "Retratos", de Rafael Jardim; "Rosinha", de Gui Campos; e "Thai", de Lucas Padilha. A "Mostra DiVerCine" acontece no Teatro Municipal Raul Cortez, no dia 30 de junho, às 19:15.
            Por último, a "Mostra Premiére Baixada", que este ano exibirá quatro longas: "A Hora e a Vez de Augusto Matraga", de Vinícius Coimbra; "Amor, Plástico e Barulho", de Renata Pinheiro; "Cássia", de Paulo Henrique Fontenelle;  e "Chico Um Artista Brasileiro", de Miguel Faria Jr. a "Mostra Premiére Baixada" é a única que apresenta filmes fora de competição e traz filmes de longa-metragem exibidos comercialmente, mas que tiveram uma passagem muito rápida ou que sequer chegaram às salas de exibição situadas na Baixada Fluminense.
            Na sessão de abertura, dia 28 de junho, às 19:30, no Teatro Municipal Raul Cortez, será exibido o longa "Chico: Um Artista Brasileiro", dirigido por Miguel Faria Jr. Documentário sobre Chico Buarque de Holanda que mostra seu cotidiano, seu método de trabalho, seu processo criativo e sua trajetória tendo como eixo a montagem de um show com Chico e convidados como Adriana Calcanhotto, Maria Bethânia, Milton Nascimento e Ney Matogrosso entre outros. Lançado em circuito comercial no ano passado, "Chico: Um Artista Brasileiro" não foi exibido em salas da Baixada Fluminense.
            O Festival VER CINE tem o apoio da Secretaria Municipal Cultura e Turismo de Duque de Caxias, do SESI Duque de Caxias, do STIC - Sindicato Interestadual dos Trabalhadores na Indústria Cinematográfica e do Audiovisual, da Aroma Filmes, da Migdal Filmes e da Boulevard Filmes.


SERVIÇO:

VER CINE – Festival de Cinema Brasileiro da Baixada Fluminense

Local: Teatro Municipal Raul Cortez
Endereço: Praça do Pacificador, s/nº - Centro - Duque de Caxias - RJ
Tel.: 2771-3062
Dias: De 28 a 30 de junho
Horários: 14:30 e 19:30

Local: Casa Brasil de Imbariê
Endereço: Av. Cel. Sisson, Quadra 2,Lotes 14 e 15 - Imbariê - Duque de Caixas - RJ
Tel.: 2778-1791
Dias: De 1 a 3 de julho
Horários: 10:00, 14:30h e 19:30

Local: SESI Duque de Caxias
Endereço: Rua Artur Neiva - Centro - Duque de Caxias - RJ.
Tel.: 3672-8341
Dias: De 6 a 8 de julho
Horários: 14:30h e 19:30

ENTRADA FRANCA


www.vercine.com.br

Contato:

festvercine@gmail.com




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