quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Teatro Raul Cortez recebe Comunidade Reggae com participação especial de Serginho Meriti


Show de Reggae da máxima grandeza em Duque de Caxias

Com o título “Do Nosso Jeito”, a banda Comunidade Reggae, veterana no estilo e do time precursor do ritmo na Baixada Fluminense, realiza um projeto ousado, a gravação ao vivo de um DVD.
O objetivo do projeto é mostrar a força do movimento reggae e dar visibilidade a um trabalho de resistência que, nesse caso específico, une músicos renomados e experientes de várias cidades, formando uma grande banda, ao estilo da de Bob Marley, referência unânime de todos.

O show que abre o projeto e onde o DVD será gravado ao vivo, tem realização agendada para sexta-feira, dia 26 de fevereiro às 20h, no Teatro Raul Cortez, na Praça do Pacificador sem nº, em Duque de Caxias. 
Da banda fazem parte 14 músicos, entre eles o famoso Serginho Meriti, que tem mais de 200 canções gravadas por ícones da música popular brasileira, mas que no reggae sente seu coração pulsar mais alto. O vocalista e idealizador do projeto compôs canções antológicas como Deixa a vida me levar e Quando eu contar Iaiá, gravadas por Zeca Pagodinho.

É dele cinco canções autorais que compõem o repertório do show e do DVD, entre elas Jah vai providenciar, composição em parceria com Cacá Franklin que teve sucesso garantido na gravação da banda Cidade Negra, Eles são (que faz uma crítica severa aos políticos do Brasil), Nosso Jeito (um hino de resistência da Raça Negra), Eu sou o Reggae, Não provoque a lei e Bom Brasil.

Já na segunda parte, homenagens são feitas aos ídolos e referências, trazendo as canções de Bob Marley, Steel Pulse e Peter Tosh. Muitos ensaios estão sendo feitos para que a banda de músicos de cidades diferentes possa apresentar um verdadeiro show.

Além de Serginho Meriti no vocal, a banda traz  Guilherme Serafim, irmão do vocalista, na bateria e Reinaldo Amâncio, na guitarra. Ambos são fundadores da banda e moradores de São João de Meriti. Em Duque de Caxias residem um dos tecladistas do projeto, Leka Maia, que já realizou trabalhos com nomes como Da Gama, Monte Zion, Ponto de Equilíbrio, Tribo de Jah, e o músico Martin Passion, percussionista e backing vocal do trabalho. Na bagagem de Martin, a carreira de vocalista da banda Tarja Real e Sagrada Semente.

Dois percussionistas constam da ficha técnica do projeto: Paulo Peçanha, de Petrópolis, e Neném do Chalé, do Rio de Janeiro. Com carreiras distintas, Paulo Peçanha já viajou com seus instrumentos por várias partes do mundo, dando asas a seus projetos de pesquisa. Neném do Chalé, nascido e criado no morro da Mangueira, realizou seus sonhos musicais nas quadras das escolas e nos desfiles da Apoteose.

O baixista da banda é o Druu, nome artístico de Raphael Afonso da Silva. Jovem promissor, de São João do Meriti, aluno de projetos sociais, hoje vê-se na cena ao lado de veteranos que eram suas referências.
Will Leme, na banda como guitarra base, é morador do morro da Babilônia, no Leme. Compositor, tem autorias com Serginho Meriti e canções gravadas por Elba Ramalho, Leandro Sapucahi, entre outros.

Cesinha Almuinha, guitarrista da noite do Rio de Janeiro, se junta à Comunidade Reggae, trazendo sua pegada dos rítmicos nacionais e do rock a sua maior paixão, o reggae. O mesmo acontece com o carioca Leonardo Salgado, guitarrista, professor em várias escolas particulares, já tendo no currículo larga experiência, entre elas uma turnê pelo Japão.

Do Rio de Janeiro, ainda, Beto Reggae Roots nos teclados, Juliano Moreira, na guitarra, e Inah Santos, a única representação feminina da banda, no backing vocal. Inah Santos vem de uma carreira de noite em bares e restaurantes em Portugal, mas é aqui no Brasil que se prepara para o seu primeiro disco. Já a produção e direção geral do trabalho, a convite de Serginho Meriti, está a cargo da empresa produtora petropolitana Bem Cultural, sob o comando de Catarina Maul que, apaixonada pelo reggae, teve a chance de conhecer o país que melhor o divulgou, a Jamaica, resultando em uma exposição de fotos suas que ocupou alguns espaços culturais oficiais de Petrópolis. Yeah Mon  mostra seu olhar sobre as cores jamaicanas e a influência do reggae no cotidiano das paisagens alucinantes do país.

Com um grupo diversificado e rico, cada um com suas bagagens essenciais na arte, com certeza, Do Nosso Jeito, será um presente para o público e um divisor de águas na carreira musical de cada um dos envolvidos.
O ingresso do Theatro Raul Cortez, tem o preço inteiro de 20 reais e 10, a meia entrada, que também contemplará, além das razões protegidas por lei, a compra antecipada até 3 horas antes do espetáculo.









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