sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Cultura com Dilma - encontro com Juca Ferreira

Na última quarta-feira, vários ativistas culturais do Rio de Janeiro, tiveram um encontro com o ex-ministro e coordenador de cultura da campanha de Dilma, Juca Ferreira. O encontro serviu para mobilizar a rede de ativistas no Rio de Janeiro, e colocar novamente na pauta da discussão para o setor,os avanços que foram conseguidos durante a gestão Gil/Juca.
Outro ponto importante, foi o de mobilizar para o grande ato da cultura com a Dilma que acontecerá no Teatro Oi Casagrande na próxima segunda-feira.
Vamos às ruas garantir o espaço do debate e mudar mais com Dilma Presidente!!
Abaixo reproduzo o artigo do blog: mudamais.com, que fala sobre o encontro com Juca Ferreira.





Juca Ferreira entra com tudo na campanha da Dilma!

Diversos movimentos de cultura de periferia, povos tradicionais, redes, coletivos e pontos de cultura se reuniram no Rio de Janeiro com a coordenação da campanha de reeleição da Presidenta Dilma, através de seu coordenador Juca Ferreira, ex-Ministro da Cultura de Lula e atual Secretário de Cultura da Prefeitura de São Paulo. Com Lula e Dilma a Cultura do Brasil ocupou lugar estratégico no projeto de desenvolvimento do país, não apenas no âmbito econômico, mas também político e humano: o Brasil adotou políticas culturais que se tornaram referência em todo o mundo.
Os brasileiros de todas as regiões viram a cultura aprofundar o combate das desigualdades de todos os níveis e ainda gerar oportunidades de trabalho e renda nos territórios mais diversos, valorizando justamente a enorme diversidade cultural do país como nossa riqueza e nosso diferencial frente ao resto do mundo. Com Lula e Dilma, o Brasil se viu com muito mais orgulhoUm país de todas as humanidades, porque incorpora todas as diversidades que há nele. Com Lula e Dilma a cultura foi vanguarda em campos decisivos para o futuro de nossas sociedades como a cultura digital e mecanismos de participação social direta na política.  Com Lula e Dilma novas formas de produção de valor e de subjetividade puderam fazer surgir novas tecnologias sociais a partir da criatividade e da colaboração. Este patrimônio já é uma conquista social que o Brasil pode também celebrar.
Por isto, os mais diferentes setores da produção cultural e artísitica do Rio de Janeiro receberam Juca Ferreira com entusiasmo para manifestar seu apoio à presidenta Dilma e se somar à campanha por sua reeleição. Reunidos no Centro Afro Carioca de Cinema Zózimo Bubul(link is external) os pontos de cultura do Rio protagonizaram uma reconexão histórica e ancestral. Zózimo, precursor do cinema negro do Brasil, era também um dos maiores entusiastas do Programa Cultura Viva. Num país onde apenas 2% dos diretores de filmes de longa-metragem são negros, Zózimo representa nossa necessidade de reparação histórica mas sua obra vai além, representa a potência criativa que se empodera de seu próprio destino e modifica seu lugar no mundo. Zózimo dizia que a chegada dos recursos públicos na ponta da produção cultural popular, através dos Pontos de Cultura, significava justamente o reconhecimento pelo Estado da dimensão civilizatória da cultura como eixo do desenvolvimento ao apostar na diminuição das desigualdades de modo amplo incluindo os campos simbólico e político.
Centro Afro Carioca de Cinema(link is external) é um ponto de cultura localizado no coração da Lapa, bairro  da boemia e da agitação cultural do Rio. Juca ouviu agentes locais de cultura em uma reunião lotada. Figuras como o diretor de teatro Amir Haddad, personagem emblemático do teatro brasileiro e porta-voz das artes públicas do país, o diretor do Grupo Tá Na Rua(link is external) afirmou que “uma pátria pode ser feita por exércitos, um país por políticos, mas uma nação só se faz com artistas”. Estava também presente a Deputada Federal Jandira Feghalli, autora da Lei Cultura Viva, a  legislação que transforma o Programa Nacional de Promoção da Cidadania e da Diversidade Cultural (Cultura Viva), idealizado em 2004, em política de Estado.
Com a nova legislação sancionada pela Presidenta Dilma no dia 23 de julho, a União, por meio do Ministério da Cultura e dos entes federados parceiros, é autorizada a transferir de forma direta os recursos às entidades culturais integrantes do Cadastro Nacional de Pontos e Pontões de Cultura. A iniciativa também conta com ações estruturantes no apoio à cultura como: intercâmbio e residência artísticas, cultura digital, conhecimentos tradicionais, memória e patrimônio, entre outras.
Ainda na Lapa, Juca se reuniu com a juventude da periferia na sede da Agência de Redes para Juventude(link is external), coordenada pelo diretor teatral e escritor Marcus Faustini, frequentemente citado como um dos principais pensadores da cultura periférica da cidade. A agência é responsável, desde 2011, pela coordenação de 30 projetos culturais, que, em vez de importar modelos "de fora", são idealizados e desenvolvidos pelos próprios moradores de seis comunidades pacificadas do Rio. A agência conquistou reconhecimento internacional ao receber o Prêmio Calouste Gulbenkian(link is external), em Londres, e uma verba de 175 mil libras, que servirá para implementar a mesma metodologia em Londres e em Manchester, em parceria com o Battersea Arts Centre(link is external), o Contact Theatre e o People’s Palace Projects. Tanto Faustini quanto os jovens apostaram em Dilma como a candidata que mais tem condições de governar pela juventude popular e as transformações nos territórios onde vivem. O dia terminou com uma grande reunião com coletivos e movimentos culturais no Circo Crescer e Viver(link is external), para a preparação do grande ato da cultura com Dilma que terá lugar no Teatro: Casa Grande no próximo dia 15. São muitos os realizadores de cultura, artistas, pensadores, articuladores de rede, ativistas sociais que se somam no suporte da reeleição de Dilma por total convicção de que ela é quem garante mais mudança e mais futuro, mas sobretudo muito mais cultura para o desenvolvimento do Brasil em um novo ciclo histórico que construiremos juntos.

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